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Polícia Militar prende casal e apreende 240 tabletes de maconha em Várzea Grande

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 4º Batalhão apreenderam 240 tabletes de maconha e supermaconha (skank), na noite desta quinta-feira (13.11), em Várzea Grande. Na ação, um homem, de 41 anos, e uma mulher, de 29 anos, foram presos em flagrante por associação para tráfico de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do GAP do 4º BPM recebeu denúncias anônimas sobre um veículo Fiat Doblô branco que estaria transportando grande quantidade de entorpecentes, pela Rodovia dos Imigrantes. Ainda de acordo com as denúncias, o carro teria saído de uma casa, no bairro Residencial Tuiuiú.

Diante das informações recebidas, os militares iniciaram diligências pela rodovia e encontraram o carro, com as mesmas características, transitando pela via. Os policiais fizeram acompanhamento e conseguiram abordar o veículo nas proximidades de uma ponte com o rio Cuiabá.

O veículo estava ocupado pela mulher e, em vistoria minuciosa, foram encontrados sete fardos contendo 30 tabletes de maconha em cada um deles, totalizando 210 tabletes de entorpecentes. A suspeita foi detida e informou o endereço de sua casa, onde havia mais drogas.

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A equipe do GAP se deslocou até a residência e abordou o segundo suspeito, que apresentou resistência e foi detido. Dentro do imóvel, mais 30 tabletes de supermaconha, também conhecida como skank, foram localizados e apreendidos.

O casal recebeu voz de prisão e foi conduzido, com toda droga apreendida, até a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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