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Polícia Militar prende dois suspeitos por sequestro e agressão em Cuiabá

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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam, nesta terça-feira (21.08), dois suspeitos de sequestrar um homem e ameaçá-lo de morte em Cuiabá. A dupla exigiu transferências bancárias e agrediu a vítima com coronhadas.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o homem relatou que estava chegando em seu estabelecimento quando foi surpreendido pelos suspeitos armados.

Após ser rendido, homem foi levado para dentro do escritório, onde foi amarrado e teve o rosto coberto por um pano. Os suspeitos reviraram o local, exigiram transferências bancárias e queriam a caminhonete S-10 da vítima.

Ao saírem do local, o homem foi levado até um cativeiro, onde foi agredido com coronhadas. Segundo a vítima, os suspeitos tentaram fazer transfêrências bancárias, via Pix, mas não tiveram sucesso. A dupla, então, abandonou a vítima e o veículo. O homem conseguiu se soltar e pedir ajuda, acionando os militares.

Diante das informações e características dos suspeitos, as equipes acionaram apoio na região e identificaram dois homens em um veículo VW Polo com as placas cobertas. Assim que o motorista percebeu a presença dos militares, saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial no bairro Jardim Vitória.

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As equipes realizaram um cerco pela região, momento em que os suspeitos abandonaram o veículo e tentaram fugir a pé, sendo detidos em seguida. Um dos suspeitos possuí tornozeleira eletrônica.

Eles quebraram os aparelhos celulares no momento da prisão e, questionados sobre o fato, afirmaram que integram uma quadrilha que aplica golpes pela internet. A dupla e o veículo apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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