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Polícia Militar prende em flagrante dois foragidos da Justiça em Cuiabá

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Policiais militares do 9º Batalhão prenderam dois homens com mandados de prisão em aberto na Justiça de Cuiabá, na noite desta quinta-feira (31.10), na Capital. Os criminosos foram localizados durante trabalho ostensivo de abordagens da PM, no bairro Parque Ohara.

Conforme um dos boletins de ocorrência, por volta de 21h30, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 9º BPM estava em patrulhamento e encontrou um grupo de pessoas em suspeita, próximas de um campo de futebol.

Em abordagem ao grupo, nada de ilícito foi encontrado. Já com um dos homens, de 34 anos, os militares identificaram um mandado de prisão em aberto pelos crimes de roubo e tráfico de drogas, expedido pela Segunda Vara Criminal de Cuiabá, no ano de 2023. O foragido recebeu voz de prisão e foi conduzido pela PM.

Menos de uma hora depois, a mesma equipe policial, continuando o trabalho ostensivo no bairro, realizou abordagem de rotina ao segundo suspeito, de 33 anos.

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Na verificação dos seus documentos, a PM encontrou o mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo, no ano de 2019, em Cuiabá. O criminoso foi informado da situação e recebeu voz de prisão.

Os dois homens foram encaminhados para a sede da Delegacia de Polinter para registro das ocorrências e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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