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Polícia Militar prende em flagrante foragido da Justiça por homicídio em Cuiabá

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Policiais militares do 10º Batalhão prenderam um homem, de 35 anos, foragido da Justiça pelo crime de homicídio, nesta terça-feira (22.10), em Cuiabá. O criminoso foi preso em flagrante, após a PM receber denúncias sobre sua localização.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 10º BPM recebeu informações sobre um foragido da Justiça com mandado de prisão em aberto, que estaria escondido em uma residência, no bairro Despraiado.

Os policiais foram ao endereço informado e encontraram o homem na frente de sua casa. O suspeito tentou correr ao visualizar as viaturas policiais, mas foi detido rapidamente. Em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado.

Os militares fizeram checagem aos seus documentos e constataram o mandado de prisão em aberto com condenação transitada em julgado, expedido pela Primeira Vara Criminal de Cuiabá.

O homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia de Polinter para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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