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Polícia Militar prende faccionado com 62 porções de drogas em Jaciara

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 28º Batalhão prenderam, na manhã desta terça-feira (18.11), um homem, de 29 anos, por tráfico ilícito de drogas, durante a operação Tolerância Zero, em Jaciara. Com o suspeito foram apreendidos 62 porções de diferentes drogas.

A equipe policial recebeu informações via disque-denúncia, de que o suspeito atuava nas regiões dos bairros Santo Antônio e João de Barro, utilizando um veículo para realizar entrega de entorpecentes. As denúncias também apontavam que ele sempre saía de uma residência específica, onde as drogas estariam armazenadas.

Com base nas informações, a PM realizou patrulhamento e localizou o veículo denunciado. Durante a abordagem foram encontrados uma porção análoga à maconha e quatro pedras de substância análoga à pasta-base de cocaína. O suspeito confessou ter engolido parte da droga e indicou que teria mais entorpecentes em sua residência.

No local, a equipe foi recebida pela companheira do suspeito, que autorizou a entrada dos policiais na casa. Dentro do imóvel foram encontradas 28 pedras de pasta-base, três porções médias de maconha, 31 pinos contendo cocaína e duas balanças de precisão.

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Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado, juntamente com o material apreendido, para a Delegacia da Polícia Judiciária Civil de Jaciara para as demais providências legais.

Disque-denúncia

A população pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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