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Polícia Militar prende homem, apreende adolescente e arma de fogo em Cáceres

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Policiais militares do 6º Batalhão apreenderam, nesta segunda-feira (9.2), um adolescente e prenderam um homem suspeitos por porte ilegal de arma de fogo, em Cáceres (220 km de Cuiabá). As equipes localizaram um revólver calibre .38 com cinco munições.

Os militares realizavam patrulhamento tático no âmbito da Operação Força Total Resposta Imediata, quando receberam informações de que populares ouviram disparos de arma de fogo, no bairro Olhos d’Água. As equipes reforçaram o policiamento na região e flagraram dois suspeitos saindo de uma região de mata.

Os suspeitos foram abordados e identificados, se tratando de um homem, de 25 anos e um menor, de 13 anos. Ambos possuem passagens criminais. No local, os militares localizaram uma arma de fogo com cinco munições. O armamento possui registro de roubo, de 2024, em nome de uma empresa de segurança privada.

Aos militares, o adolescente confessou integrar uma facção criminosa e que migraria para a rival, após cometer um homicídio no município. No entanto, ele não revelou quem seria a vítima e que foi até o local da abordagem buscar e testar a arma de fogo. Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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