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Polícia Militar prende homem por tentativa de homicídio e agressão contra funcionário

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Um homem de 40 anos foi preso em flagrante neste sábado (24.08), por policiais militares do 3º Batalhão, suspeito por tentativa de homicídio e lesão corporal, no bairro Terra Nova, em Cuiabá. As equipes apreenderam uma arma de fogo tipo pistola com carregador e dez munições.

Os policiais militares foram acionados para atender a uma ocorrência de tentativa de homicídio em um lava-jato. Assim que chegaram ao local, encontraram com a vítima, um homem, que relatou ter sofrido o atentado e foi agredido com um taco de beisebol pelo suspeito, que é seu patrão. A vítima apresentava um ferimento na cabeça.

A vítima relatou aos policiais que teve uma discussão com o suspeito por motivos trabalhistas e que o homem saiu do local e retornou com uma arma de fogo. Passou então a agredi-lo com o taco. Após a agressão, o suspeito ainda atirou na direção da vítima e fugiu para sua residência, que fica nas proximidades do estabelecimento.

Após o relato, as equipes se deslocaram até o imóvel do suspeito e realizaram abordagem em flagrante. À PM, ele confirmou as informações apresentadas na denúncia e relatou ter sido agredido pela vítima, pois havia dinheiro a receber.

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O suspeito ressaltou que utilizou da arma e do taco de beisebol para cessar as agressões que estava sofrendo. O homem afirmou que possui registro da arma na Polícia Federal, no entanto não apresentou a documentação.

A vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá e o suspeito conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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