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Polícia Militar prende mulheres com 128 porções de entorpecentes em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional apreenderam, nesta quinta-feira (7.5), 128 porções de entorpecentes diversos, R$ 1.990 e prenderam três mulheres suspeitas por tráfico ilícito de drogas, em Cáceres (220 km de Cuiabá).

Durante o patrulhamento tático no município, os policiais flagraram quando uma das mulheres entregou uma mochila preta para a outra suspeita, na Avenida dos Bandeirantes, contendo entorpecentes.

No momento da abordagem, umas das suspeitas foi detida com R$ 1.761 escondidos nas partes íntimas. Já dentro da mochila foram encontrados 107 papelotes de pasta base de cocaína, 15 porções de maconha, uma porção maior de pasta base, uma balança de precisão, embalagens do tipo ziplock usadas para fracionar drogas e R$ 169 em dinheiro trocado.

Questionadas sobre os ilícitos, uma das suspeitas confessou que havia mais entorpecentes em sua residência, localizada no bairro Jardim Universitário. No imóvel, os policiais encontraram uma grande porção de maconha, R$ 60 em dinheiro, além de materiais utilizados para embalar e preparar os entorpecentes para venda.

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As suspeitas foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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