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Polícia Militar prende quatro pessoas em flagrante por tráfico de drogas

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Policiais militares da Força Tática e da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (R.A.I.O) prenderam em duas ações distintas, nesta quarta-feira (29.1), quatro homens suspeitos por tráfico ilícito de drogas e apreenderam 25 porções de entorpecentes entre maconha e pasta base de cocaína em Paranatinga (a 385 km de Cuiabá).

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares da Força Tática receberam informações das equipes de inteligência, de que um homem estaria comercializando entorpecentes no bairro Concórdia.

As equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram o homem, de 20 anos. Ao ser abordado, os policiais encontraram diversas porções de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína, além de duas balanças de precisão. Ao todo, foram encontrados 9 porções grandes e um 1 tablete dos ilícitos.

Segunda ocorrência

Ainda nesta quarta e na mesma região, policiais militares do Raio flagraram três pessoas, em um veículo Gol, em atitude suspeita. Após abordagem e busca veicular, foram encontradas duas porções de maconha.

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Questionados sobre as drogas, os suspeitos indicaram um novo endereço no bairro Concórdia. No local, as equipes apreenderam mais 14 porções de maconha e balança de precisão. O trio foi encaminhado à delegacia junto do material apreendido para registro do boletim de ocorrência.

“A Polícia Militar reforça o compromisso de garantir a segurança da comunidade estando sempre presente através das ações e operações realizadas diariamente. A Operação Tolerância Zero é mais uma prova de compromisso com a sociedade”, comentou o comandante do 11º Comando Regional em Primavera do Leste, tenente-coronel Fábio Luís Bastos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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