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Polícia Militar prende suspeita envolvida em sequestro em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão e do Grupo de Apoio (GAP) prenderam, nesta sexta-feira (7.11), uma mulher de 34 anos, suspeita de envolvimento no sequestro de um homem de 62 anos, em Várzea Grande. As equipes apreenderam uma pistola, 12 munições, cinco porções de maconha, uma balança de precisão e dois aparelhos celulares.

A vítima acionou a polícia e relatou ter sido rendida por alguns homens em uma caminhonete. Segundo o relato, os suspeitos estavam armados e usavam fardas semelhantes às da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A quadrilha obrigou o homem a se despir e a entrar em seu próprio veículo.

Durante o trajeto, a vítima conseguiu puxar o volante da caminhonete, provocando o capotamento do automóvel na região do Chapéu do Sol. Após o acidente, o homem fingiu estar morto, momento em que os suspeitos fugiram do local, deixando para trás uma pistola e um aparelho celular.

Com base nas informações repassadas, as equipes do GAP reforçaram o policiamento e receberam denúncias de que os suspeitos circulavam em dois veículos, uma Hilux preta e um Polo branco, já vistos nas imediações há alguns dias.

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Os militares se deslocaram até uma residência no bairro José Carlos Guimarães, indicada nas informações recebidas, onde uma mulher morava com alguns homens e a movimentação levantava suspeitas. No local, os policiais flagraram a suspeita com cinco porções de maconha e uma balança de precisão.

A mulher informou à PM que residia anteriormente em Peixoto de Azevedo e possuía registros criminais. Ela confessou ainda que aguardava o namorado e um comparsa, ambos envolvidos no sequestro da vítima, que trabalha no ramo de mineração nas proximidades de um fórum da região metropolitana.

Os policiais militares realizaram buscas em endereços de Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande indicados pela suspeita, mas os demais envolvidos ainda não foram localizados. A mulher e todo o material apreendido foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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