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Polícia Militar prende suspeito de violência doméstica e desacato em Tangará da Serra

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Policiais militares do 19º Batalhão prenderam um homem de 26 anos por lesão corporal e desacato, na noite deste domingo (04.06), em Tangará da Serra. O suspeito foi preso em flagrante após agredir e deixar a esposa desacordada, no bairro Jardim Alto da Boa Vista.

Por volta de 20h30, a equipe do 19º BPM foi acionada por populares, via 190, para verificar uma situação de violência doméstica. No local, os policiais encontraram uma mulher de 21 anos inconsciente e com sangramento pelo rosto. O suspeito também foi encontrado no local, junto com três crianças, filhas do casal.

Os militares acionaram uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestou os primeiros socorros e identificou que a vítima estava com fraturas na face, nariz e maxilar. A vítima foi encaminhada para atendimento médico necessário.

Na sequência, a equipe policial deu voz de prisão em flagrante ao suspeito, que reagiu à detenção e desacatou os militares com palavrões, além de tentar danificar a viatura da PM.

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Após a tentativa de resistência, os policiais militares conduziram o suspeito para o Cisc de Tangará da Serra para registro da ocorrência e demais providências. Já os filhos do casal ficaram sob responsabilidade do Conselho Tutelar até a chegada de algum familiar responsável pelos menores.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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