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Polícia Militar recupera 20 celulares e prende homem suspeito por furtos em lojas de Tangará da Serra

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Policiais militares do 19º Batalhão prenderam um homem, de 37 anos, pelo crime de furto, na tarde desta segunda-feira (3.11), em Tangará da Serra. O homem é suspeito por diversos furtos ocorridos em estabelecimentos comerciais da cidade, durante a madrugada. Com ele, foram recuperados 20 celulares e outros objetos de valor.

As equipes policiais estavam em diligências após diversas denúncias sobre furtos a estabelecimentos ocorridos na região central de Tangará da Serra. Segundo as informações, entre os comércios furtados estavam lojas de eletrônicos, farmácias e conveniências, onde o suspeito havia sido identificado por meio de câmeras de segurança.

Ao final da manhã, os policiais receberam denúncias sobre a localização de uma motocicleta Honda Biz, também vista nos vídeos dos crimes, na companhia do suspeito. Os policiais foram ao endereço informado e fizeram cerco ao local, onde foram recebidos pelo pai do homem, que autorizou os militares a fazerem buscas na casa.

Neste momento, o suspeito foi localizado tentando fugir pelo fundo do imóvel, em uma área de mata. Ele foi abordado pela PM e apresentou resistência, necessitando ser imobilizado e algemado pelos militares.

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Na busca do quarto do homem, foi encontrada a roupa que ele utilizava no momento dos crimes e 20 celulares que haviam sido furtados. Também foram encontrados relógios e outros objetos de valor e materiais usados nos crimes.

Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Tangará da Serra, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências. Na delegacia, algumas vítimas compareceram e fizeram recuperação de seus pertences furtados.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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