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Polícia Militar salva vida de criança de 7 anos engasgada com moeda em Glória D’oeste

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Policiais militares do 6º Comando Regional salvaram a vida de uma criança de 7 anos que se engasgou após engolir uma moeda, nesta terça-feira (14.4), em Glória d’Oeste (a 308 km de Cuiabá).

A criança foi socorrida pelos militares após dar entrada em estado crítico na base da Polícia Militar na comunidade Monte Castelo. A vítima apresentava sinais de asfixia grave, sem conseguir respirar e com o rosto arroxeado.

Segundo relato do pai da criança, o acidente ocorreu enquanto a menor assistia à televisão em casa. Após engolir a moeda, ela correu até seus pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Já na unidade militar, a mãe da criança chegou ao local em desespero, carregando a vítima nos braços e pedindo socorro. Ao perceber a gravidade da situação, foram iniciadas imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas pela soldada Jaqueline e pelo sargento Ivan, utilizando a técnica de Heimlich.

Diante do agravamento do caso, foram realizadas novas tentativas da manobra, porém sem sucesso inicial. Em seguida, ao identificar o risco de parada respiratória, os policiais adotaram uma nova técnica, posicionando a criança com a cabeça inclinada para baixo e realizando tapotagens nas costas, associadas à retirada manual do objeto.

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A ação teve resultado positivo, permitindo a desobstrução parcial das vias aéreas. A criança voltou a respirar e recuperou parcialmente a consciência, mas a moeda ainda permanecia na garganta.

Diante da situação, a equipe policial encaminhou imediatamente a vítima até a Unidade Básica de Saúde do município, onde recebeu atendimento médico inicial. Após avaliação, foi constatado que a moeda estava atrás da traqueia, sendo necessária uma intervenção especializada.

A criança foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres, onde passou por procedimento de endoscopia digestiva alta. A moeda de um real foi então localizada e retirada. A ação rápida e eficiente dos policiais militares foi fundamental para preservar a vida da criança.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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