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Polícia Penal apreende mais 44 celulares em penitenciárias do Estado

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus MT) apreendeu, nesta sexta-feira (17.1), mais 44 aparelhos celulares durante mais uma etapa da Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas.

Os aparelhos foram encontrados durante procedimentos de revista realizados de forma simultânea em 36 unidades prisionais do Estado. A ação teve como objetivo combater as facções criminosas e apreender objetos proibidos, como celulares, drogas e armas cortantes.

Além dos celulares, também foram apreendidos outros itens irregulares, como chuços, armas e bebidas artesanais e porções de drogas.

Em 29 das unidades vistoriadas, não foi encontrado nenhum aparelho telefônico. Para o secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, observou que o resultado demonstra a eficácia das ações da Polícia Penal.

“A Operação Tolerância Zero às Facções Criminosas reafirma nosso compromisso com a segurança pública e o controle efetivo do sistema prisional. Ontem, 36 unidades foram vistoriadas, com a apreensão de 44 celulares e outros materiais ilícitos. Em 29 dessas unidades nenhum celular foi encontrado, demonstrando a eficácia das nossas ações preventivas”, disse o secretário de Justiça Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

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Desde o início do programa, há 50 dias, a Polícia Penal já realizou 112 operações, consolidando o enfrentamento ao crime dentro do sistema penitenciário de Mato Grosso.

“Desde o lançamento do programa apreendemos mais de mil celulares, deixando claro que não toleraremos a atuação de facções criminosas em Mato Grosso. Parabenizo a Polícia Penal pelo trabalho incansável e pelo compromisso com a ordem e a disciplina no sistema prisional”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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