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Polícia Penal intensifica operação de revista e realiza apreensão de 40 celulares na Penitenciária Central do Estado

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), por meio da Polícia Penal, realizou, nesta sexta-feira (24.1), mais uma etapa do programa Tolerância Zero na Penitenciária Central do Estado (PCE). A operação resultou na apreensão de 40 celulares, 18 carregadores, 10 fones de ouvido e 27 cabos de conexão.

A operação contou com a participação de 130 policiais, sendo 100 penais e 30 militares. Entre as ações, as celas passaram por limpeza, os colchões de todos os detentos foram trocados, um total de 2.900, e também foram entregues outras 2.900 toalhas novas.

A ação foi realizada de forma estratégica, permitindo a identificação de objetos proibidos e reforçando a vigilância dentro da unidade prisional.

O programa Tolerância Zero tem como objetivo desarticular as atividades ilícitas comandadas por facções criminosas a partir das unidades prisionais e promover uma gestão penitenciária mais segura.

Além da apreensão de materiais proibidos, essas operações reforçam a disciplina, restringem a comunicação ilícita dos reeducandos com o ambiente externo e previnem crimes orquestrados de dentro dos presídios.

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De acordo com o titular da Sejus, secretário Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, a operação é um exemplo do compromisso com a segurança pública.

“Estamos empenhados em garantir que o sistema penitenciário não seja usado como base para o fortalecimento das facções criminosas. Essa apreensão reflete o trabalho incansável dos nossos policiais penais”, afirmou o secretário.

As ações do programa “Tolerância Zero” continuarão sendo realizadas em todas as unidades prisionais do Estado, com foco na manutenção da ordem, segurança e respeito à legislação.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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