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Policiais do Bope detonam quatro granadas localizadas em residência de Sinop

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Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope), apreenderam, nesta sexta-feira (07.3), quatro granadas durante deflagração da Operação Destino Final, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop (a 500 km de Cuiabá).

Na ação, uma mulher, de 34 anos, foi presa em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e suspeita de integrar uma facção criminosa.

A Operação Destino Final tinha como objetivo identificar motoristas de aplicativo que realizavam o transporte de drogas, armas e dinheiro de uma facção criminosa no município. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em Sinop e em Cuiabá.

As investigações apontaram que os motoristas não eram acionados via aplicativo e que, no período aproximado de um ano, transportaram cerca de 40 kg de cocaína. Revelaram também que um dos alvos da operação, uma mulher que mora em Sinop, agia como espécie de “coordenadora” dos motoristas.

Durante as buscas na residência da suspeita, as equipes apreenderam quatro granadas e 50 munições .40.

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Diante dos fatos, uma equipe de explosivistas do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi acionada para o recolhimento e desmantelamento do material explosivo.

A Operação Destino Final contou com apoio, também, da Polícia Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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