Vinte e um policiais e bombeiros de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre e Amapá começaram, nesta segunda-feira (09.09), em Cuiabá, a 6ª edição do Curso de Operador Aerotático do Centro Integrado de Operações Especiais (Ciopaer), da Secretaria de Estado Segurança Pública (Sesp).
A aula inaugural aconteceu no auditório Cloves Vetoratto, no Palácio Paiaguás, com palestra do policial federal e operador aerotático Eduardo Bettini, do Distrito Federal.
A capacitação, que terá duração de três meses, terá aulas teóricas e práticas em período integral para formar policiais e bombeiros para atuar como tripulantes em operações aéreas de resgate, salvamento, patrulhamento de apoio a equipes que atuam em terra e entre outras ações de segurança.
“Nosso objetivo é formar os melhores profissionais das operações aéreas do Brasil. Profissionais que vão apoiar as atividades das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e outras instituições estaduais, além da Polícia Federal e Marinha”, destacou o tenente-coronel Ernesto Lima Júnior, comandante do Ciopaer-MT.
Para o Secretário de Estado de Segurança Pública, coronel Cesar Roveri, além da capacitação técnica, esse curso vai permitir aos alunos maior vivência nas operações aéreas com a troca de experiência com profissionais de instituições de outros estados.
“Estamos investindo na formação de líderes capazes de enfrentar os desafios com coragem e competência, para que desenvolvam o trabalho dentro do que o Governo do Estado define como prioridade, que é servir a sociedade com condições dignas de trabalho e eficiência”, completou Roveri.
Para o sargento da Polícia Militar do Amapá, Amós de Almeida Filho, integrar o curso de operador aerotático é a realização de um sonho. “Faço parte do grupamento aéreo há seis meses, mas ainda não opero. Então, quando surgiu essa oportunidade, decidi vir. Darei o meu melhor para sair daqui formado”, frisou.
Também estiveram presentes na cerimônia o secretário-adjunto de Segurança, coronel Héverton Mourett; a secretária de Assistência Social e Cidadania, coronel Grasiele Bugalho; o secretário-adjunto de Integração Operacional, coronel Fernando Carneiro Tinoco; a delegada-geral da Polícia Judiciária Civil, delegada Daniela Maidel; o comandante do Bombeiro Militar, coronel Flávio Gledson Vieira; e o secretário-adjunto da Casa Militar, tenente-coronel Francisco Turbino e entre outras autoridades.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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