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Policiais Militares iniciam formação em Ações Táticas Especiais promovida pelo Bope

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O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar de Mato Grosso iniciou, no final da tarde desta segunda-feira (19.1), o 7º Curso de Ações Táticas Especiais (Cate) da PMMT. A aula inaugural foi realizada no auditório do Quartel do Comando-Geral.

O curso que acontece até março e visa prover a capacitação e aprimoramento técnico dos agentes de segurança para o desempenho de missões que exijam especializações relativas às Ações Táticas Especiais. Nesta edição participam 24 policiais militares vindos de várias regiões do Estado.

O comandante do Bope, tenente-coronel Hugo Roberto Silva Reis, discursou para os alunos participantes e definiu o curso como uma importante ferramenta de se aprender técnicas que irão proteger a sociedade mato-grossense em cenários e situações de risco.

“Um compromisso com a excelência operacional, com a disciplina inegociável, com o sacrifício consciente e com a missão constitucional de proteger a sociedade mato-grossense nos cenários mais críticos e hostis, em um processo que não tem como finalidade apenas ensinar técnicas, mas sim, forjar combatentes especializados, operadores capazes de agir sob estresse extremo, tomar decisões em frações de segundo e sustentar condutas éticas mesmo quando submetidos ao limite físico e psicológico”, afirmou o comandante.

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O subchefe de Estado-Maior Geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Anderson Luiz do Prado, destacou a importância do curso trazendo exemplos de situações de alta complexidade onde os operadores do Bope conseguiram combater criminosos e executarem ações de segurança.

“Felizmente temos obtido grandes êxitos em ocorrências complexas, no enfrentamento às facções criminosas e tentativas de novo-cangaço, mostrando para esses criminosos que não há lugar para isso aqui em Mato Grosso. Esses resultados são possíveis porque temos cada vez mais capacitado nossos policiais militares com eficiência e também com investimentos e a confiança que o Governo do Estado tem na nossa PM e nos nossos militares”, enfatizou o coronel.

A aula inaugural contou ainda com uma palestra do coronel Ronaldo Roque da Silva, comandante do Comando de Policiamento Especializado (CPE), que falou sobre: “Gerenciamento da Operação Canguçu”, que aconteceu no ano de 2024, no Norte do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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