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Policiais penais abatem mais dois drones e evitam entrada de cinco celulares em penitenciária

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Uma operação realizada nesta terça-feira (01.04) na Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis, resultou na apreensão de dois drones que sobrevoavam o espaço aéreo da unidade prisional.

Durante a madrugada desta terça-feira (1.4), policiais penais avistaram, das torres de vigilância, a movimentação de drones sobrevoando a unidade prisional em direção a um dos raios do local.

Uma equipe seguiu por terra os aparelhos e conseguiu interceptá-los. Os drones carregavam cinco aparelhos celulares.

O diretor da penitenciária, Ailton Ferreira, explicou que um dos aparelhos é um dos modelos mais profissionais do mercado, com câmera de resolução de alta definição e autonomia de carga de até sete quilos.

Entre janeiro e março deste ano, mais de 100 celulares foram apreendidos em situações semelhantes na unidade prisional de Rondonópolis.


Considerando o período entre 2021 e o início deste ano, o número de celulares apreendidos com drones chega a quase 700 aparelhos que as equipes da Polícia Penal evitaram que entrassem na segunda maior penitenciária masculina do estado.

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Para chegar a esse resultado, a direção da penitenciária implantou uma série de medidas de segurança, reforçadas a partir do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas, do Governo do Estado.

“As apreensões mostram que as equipes estão vigilantes e em pronta resposta às ações criminosas. E vamos continuar avançando com as operações qualificadas e de inteligência e reforçando o controle interno, de acesso e o aprimoramento da segurança”, pontuou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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