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Policiais penais frustram tentativa de fuga de três reeducandos no Complexo de Ressocialização industrial Ahmenon Lemos Dantas

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Três reeducandos do Complexo de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas (Criald), em Várzea Grande, tentaram fugir da unidade prisional na terça-feira (30.6), mas a ação foi frustrada pela rápida atuação da equipe de policiais penais de plantão.

Os custodiados serraram as grades da cela e seguiram em direção ao muro da unidade, porém foram interceptados pelos servidores antes de conseguirem deixar o estabelecimento prisional.

Após a contenção da tentativa de fuga, a equipe da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) adotou as medidas administrativas e operacionais previstas para esse tipo de ocorrência. Os três reeducandos responderão a Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD) e serão transferidos para a Penitenciária Central do Estado (PCE).

O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado, destacou a pronta resposta dos policiais penais e o compromisso da gestão com a segurança nas unidades prisionais.

“A atuação rápida e eficiente dos policiais penais foi decisiva para impedir a fuga e preservar a segurança da unidade. A Secretaria de Estado de Justiça mantém investimentos permanentes na segurança do sistema penitenciário e adota todas as medidas disciplinares cabíveis diante de ocorrências dessa natureza, reforçando o compromisso com a ordem e a legalidade.”

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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