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Polícias Civil e Federal prendem homem que comprou notas falsas de R$ 100 pela internet

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A Delegacia de Porto Alegre do Norte (1.020 km de Cuiabá), em colaboração com a equipe da Polícia Federal de Barra do Garças (520 km da Capital), prendeu em flagrante, nessa terça-feira (25.2), um homem de 27 anos pelos crimes de moeda falsa e posse ilegal de arma de fogo.

As investigações iniciaram após a Polícia Federal receber informações sobre um pacote contendo cédulas de real falsas, que teria como destino um endereço de Confresa (1.050 km de Cuiabá).

Com base na informação, uma equipe da Delegacia de Porto Alegre do Norte realizou campana para prender o suspeito em flagrante. Quando o pacote foi entregue ao destinatário, os policiais agiram rapidamente. Ao perceber a presença dos policiais, o homem tentou fugir, mas foi contido pela equipe.

Durante a abordagem, ele admitiu que as notas eram falsas e que havia comprado por um valor irrisório. Dentro da embalagem foram encontradas dezenas de cédulas de R$ 100 muito parecidas com as verdadeiras. Também foram localizados com o suspeito um revólver calibre .32 e munições.

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Diante das evidências, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Porto Alegre do Norte, onde o flagrante foi lavrado pelo delegado Victor Hugo Donizete.

O crime de moeda falsa prevê uma pena que pode chegar a 12 anos de reclusão, além de multa. Já a posse irregular de arma de fogo de uso permitido pode chegar a três anos e multa, segundo o Código Penal brasileiro.

“A ação rápida das polícias nesse caso impediu que essas cédulas falsas entrassem em circulação, evitando prejuízos significativos a comerciantes e consumidores locais. Essa operação bem-sucedida evidencia o compromisso da Polícia Civil de Porto Alegre do Norte e da Polícia Federal em coibir crimes graves dessa natureza em nossa região”, afirmou o delegado Victor Hugo Donizete.

A Polícia Civil reforça a importância da denúncia anônima, garantindo que a população possa contribuir para o combate ao crime sem se expor a riscos, por meio do Disque-Denúncia 197, da Polícia Civil.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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