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Polícias Civil e Militar prendem faccionados envolvidos em sequetro e execução de jovem em Aripuanã

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Dois integrantes de uma facção criminosa, envolvidos no sequestro, tortura e homicídio de uma jovem de 22 anos, em Aripuanã, forma presos em flagrante, nessa quarta-feira (3.6), em ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, no município. Os suspeitos, ambos de 27 anos, foram flagrados no momento em que ocultariam no corpo da vítima.

As diligências iniciaram após informações apontarem que a vítima, identificada como Ana Beatriz Silva Lopes, moradora do distrito de Conselvan, estaria sendo mantida em cárcere privado por integrantes de uma facção criminosa atuante na região, sendo imediatamente iniciadas as diligências para localização da jovem.

Com base nas informações, passadas os policiais chegaram a um bar/boate, onde a vítima estaria sendo mantida em poder dos criminosos, onde perceberam movimentação suspeita. Ao ingressarem no imóvel, os policiais localizaram o corpo da vítima na cozinha do estabelecimento, envolto em um lençol e caído ao solo.

Informações preliminares levantadas durante a ação apontam que a jovem havia sido mantida amarrada e submetida a sessões de tortura desde as primeiras horas da manhã, sendo posteriormente executada pelos criminosos. No local, um dos suspeitos tentou fugir e resistiu à abordagem policial, porém acabou detido. O segundo investigado foi localizado escondido sob uma mesa de sinuca.

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Diante das evidências, os dois suspeitos foram detidos e encaminhados à Delegacia de Aripuanã, onde após serem interrogados, foram autuados em flagrante por homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado, além dos crimes de resistência e desobediência praticados durante a ação policial.

As investigações apontam que o crime está relacionado à atuação de facção criminosa e seguem em andamento para identificar outros envolvidos e esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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