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Polícias Civil e Militar prendem mulher por tráfico e fecham ponto de venda de drogas em Santa Cruz do Xingu

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Um ponto de venda de drogas localizado no bairro Vila União em Santa Cruz do Xingu foi desarticulado, na noite de domingo (22.2), em operação conjunta realizada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar, no município.

Uma mulher, de 27 anos, responsável pelo local foi autuada em flagrante por tráfico de drogas e um homem, de 43 anos foi conduzido por uso de drogas. A ação resultou ainda na apreensão de porções de entorpecentes e diversos apetrechos relacionados ao tráfico.

As equipes policiais realizavam rondas e trabalho de monitoramento no bairro Vila União, para averiguação de locais mapeados previamente como pontos de venda de entorpecentes. Um dos focos era a residência de uma traficante, que teria se deslocado do Distrito de Santo Antônio do Fontoura para atuar com a venda de drogas em Santa Cruz do Xingu.

Durante o monitoramento do local, os policiais flagraram o momento em que um usuário saiu do imóvel, quando fizeram a abordagem. Com ele, foi apreendida uma porção de maconha. Ele confessou ter adquirido com a traficante.

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Com base nos indícios apurados, os policiais retornaram ao endereço e foram atendidos pela suspeita. Durante as buscas na residência, apreenderam uma balança de precisão, máquinas de cartão, quantia em dinheiro trocado, porções de pasta base de cocaína e materiais utilizados para embalar a droga. Segundo a corporação, os itens são compatíveis com a prática de tráfico de entorpecentes.

Todo material ilícito foi apreendido e tanto a mulher responsável pelo comércio de drogas, quanto o usuário foram conduzidos à Delegacia de Santa Cruz do Xingu para as providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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