MATO GROSSO

Polícias Militar e Civil prendem dupla e apreendem adolescente com 12 quilos de maconha em Tapurah

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Trabalho conjunto da Polícia Militar e da Polícia Judiciária Civil resultou na prisão de dois homens e na apreensão de um adolescente por tráfico ilícito de drogas, na madrugada deste sábado (07.09), em Tapurah. Com a quadrilha, as forças policiais apreenderam 12 quilos de substância análoga a maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais iniciaram monitoramento no bairro Cristo Rei, após receberem diversas denúncias sobre uma residência que seria ponto de venda de drogas. No local, as equipes flagraram dois homens chegando em uma motocicleta.

Após a dupla de suspeitos deixar a casa, os policiais iniciaram abordagem aos criminosos. Os dois homens desobedeceram as ordens de parada, foram para cima dos agentes e atropelaram um policial militar. Com o impacto da ação, os suspeitos caíram da motocicleta e foram imobilizados pelos outros agentes.

Com a dupla, os policiais apreenderam cerca de um quilo de maconha. Ao serem questionados sobre a procedência das drogas, os suspeitos afirmaram que o restante do material estava guardado em uma quitinete, de onde haviam saído, sob responsabilidade de um terceiro suspeito.

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Em seguida, os policiais retornaram ao local e viram o suspeito tentando fugir do local, sendo interceptado rapidamente. No interior da casa, os agentes localizaram o restante das drogas apreendidas, escondidas em diversos pontos do imóvel.

Diante do flagrante, os três receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

O militar atropelado pelos criminosos sofreu lesão leve em sua perna, mas recebeu atendimento médico e passa bem.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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