MATO GROSSO

Politec busca familiares de três mortos já identificados para a liberação dos corpos

Publicado em

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) procura familiares de duas pessoas já identificadas, cujos corpos estão no Instituto Médico Legal (IML) aguardando a liberação.

Uma delas é um idoso de 81 anos, identificado como Adivaldo Roberto de Matos, natural de Conceição do Araguaia (PA). Ele é filho de Justina Roberto de Matos. Ele morreu na zona rural do Sítio Bela Vista, no município de Nova Lacerda (MT), atropelado por um automóvel no dia 14 de junho de 2024, ao atravessar uma via.

O corpo encontra-se armazenado na Gerência Regional da Politec de Pontes e Lacerda, à espera de algum familiar para que seja feita a liberação para o sepultamento. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (65) 3266-4156.

A segunda vítima é Victor Moraes, de 22 anos, natural de Várzea Grande. O corpo foi encontrado no dia 10 de maio de 2023, no bairro Jardim Esmeralda, em Várzea Grande.

Ele é filho de Viviane Moraes e foi identificado através do DNA. O corpo encontra-se na Diretoria Metropolitana de Medicina Legal de Cuiabá, localizada na Rua A1, bairro Dom Bosco. O telefone para contato é: (65) 3613-1200.

Leia Também:  Arena Pantanal e entorno serão percurso da 1ª Corrida SER Família dos Anjos neste sábado (20)

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Arena Pantanal e entorno serão percurso da 1ª Corrida SER Família dos Anjos neste sábado (20)

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Sesp abre prazo para visitação de aeronave do Ciopaer que será leiloada

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA