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Politec emite um milhão de cédulas da nova Carteira de Identidade Nacional em Mato Grosso

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) já emitiu um milhão de cédulas da Carteira de Identidade Nacional (CIN), o novo formato do documento de identificação em vigor no país, nos últimos dois anos.

Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a pouco mais de dois anos desde o início da implantação da CIN, Mato Grosso é o 4º estado brasileiro com maior quantidade de emissões em relação ao número de habitantes, ficando atrás de Piauí, Acre e Alagoas.

Em julho de 2025, Mato Grosso também obteve o maior número de solicitações, com 44.591 pedidos naquele mês.

A Politec reduziu o prazo de emissão do documento, que passou de 40 para 15 dias. Também houve a necessidade de adequações sistêmicas e integrações nacionais, garantindo maior segurança do documento, que, antes de ser emitido, passa por validações da Receita Federal e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O Diretor Metropolitano de Identificação Técnica em substituição legal, Elthon Teixeira, observou que a maior adesão da população se deve ao interesse pela obtenção do documento, que conta com níveis mais elevados de segurança e confiabilidade, além da facilidade de acesso e solicitação.

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Soma-se a esses fatores a necessidade de apresentação da CIN para a obtenção de benefícios assistenciais exigida pelo Governo Federal.

“É um desafio constante, pois saímos de uma produção média de 20 mil carteiras de identidades ao mês, em 2023, para 40 mil, ou seja, precisamos investir na modernização dos sistemas para adequarmos as rotinas a esta nova realidade. Hoje, Mato Grosso é um dos primeiros estados com maior número de emissões em relação à população, onde mais de 25% da população já possui a nova carteira. Ainda temos muito trabalho a ser feito, mas esse número nos mostra que estamos no caminho certo”, analisou o diretor.

O processo de emissão da Carteira de Identidade Nacional conta com a tecnologia blockchain, que garante maior segurança e rastreabilidade, evitando fraudes no documento. O sistema consiste em uma cadeia de informações seguras e transparentes, permitindo que qualquer tentativa de alteração ou falsificação seja detectada imediatamente.

A CIN, que começou a ser emitida em março de 2023, contém novos elementos de segurança, incluindo um QR Code seguro e uma zona de leitura automatizada, com possibilidade de checagem fácil e segura pelas forças de segurança pública e por todos os balcões públicos e privados. Além da versão física, em papel ou policarbonato (plástico), o documento também passou a ter uma versão digital, disponibilizada no aplicativo GOV.BR.

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Outra mudança importante é a adoção do CPF como número do registro nacional, o que significa que, independentemente do Estado da Federação em que o documento seja emitido, o cidadão manterá sempre o mesmo número em seu registro.

Fonte: Governo MT – MT

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Sema conclui capacitação para manejo de animais silvestres em eventos climáticos extremos

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Terminou nesta sexta-feira (12.6) a programação da capacitação para Manejo e Contenção de Animais Silvestres em Eventos Climáticos Extremos promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). Na última aula prática, os cursistas fizeram o manejo de jacarés na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em meio a uma simulação de eventos de desastre com animais. O objetivo foi demonstrar os desafios enfrentados pela fauna silvestre durante emergências ambientais decorrentes das mudanças climáticas, como estiagem prolongada e incêndios de grandes proporções.

Os profissionais contaram com agentes do Grupo de Resgate Técnico Animal do Pantanal (GRETAP-MS), capacitados em operações de risco, para instruí-los na execução dos aprendizados. As simulações ocorreram em três tardes de aulas de campo. No primeiro dia (10), foram ensinadas as técnicas de contenção, transporte e manutenção em mamíferos e serpentes. Já no segundo (11), foi a vez de grandes animais e aves e, por fim, o manejo de jacarés.

Segundo a médica veterinária e analista ambiental da Sema, Danny Moraes, a capacitação contínua da Sema para os profissionais que vão atuar em ambientes extremos possui relevância para proporcionar uma abordagem técnica de resgate que assegure a sobrevivência da fauna silvestre em ameaça.

“Essa é uma oportunidade ímpar de ampliar a quantidade de pessoas capacitadas para que os animais tenham atendimento da melhor forma possível e, assim, tenham maior chance de sobrevida e de retorno ao ambiente natural”, afirma a veterinária.

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Além disso, a atividade é uma oportunidade para trocar experiências com outros profissionais que atuam na linha de frente dos resgates, tanto em municípios de Mato Grosso quanto de outros estados.

Para a médica veterinária do Instituto Urihi, Luciana Guimarães, a importância da capacitação está na segurança adquirida pelo conhecimento teórico e aplicação de maneira responsável. “Tudo o que foi ensinado vai ser de extrema importância caso a gente precise aplicar, pois será agora de uma maneira aprimorada, mais responsável e segura, tanto para a equipe quanto para os animais”.

O coordenador de Fauna e Recursos Pesqueiros, Éder Toledo, destaca que o curso inaugura o plano de atividades do órgão ambiental, desenvolvido anualmente, para atendimentos aos animais silvestres no Estado de Mato Grosso, principalmente voltados às unidades de conservação.

Já as entidades participantes do encontro se tornam equipes que realizarão trabalhos in loco a partir da semana que vem, com o intuito de garantir a conscientização dos moradores de locais comumente atingidos. “Apesar de não termos focos de incêndio ou situações que envolvam animais, já vamos a campo para fazer reconhecimento de área, levantamento da situação e informar as pessoas, primordialmente na região da Transpantaneira e de Barão de Melgaço, além de fazer a distribuição de panfletos com o número de telefone para contato caso haja situações envolvendo animais silvestres naquela área”, relata o coordenador.

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Capacitação

A terceira edição do simpósio também promoveu conteúdo programático durante os cinco dias de encontros (de 8 a 12.06), relacionados à gestão do fogo, biossegurança, resgate técnico animal, discussão de casos, estabilização clínica na sobrevivência da fauna silvestre, manejo, contenção, transporte e manutenção de grandes animais.

Na parte prática também foi aplicada uma espécie de simulado integrado, que cria eventos de desastre com animais de grande e pequeno porte, como forma de demonstrar os desafios enfrentados na vida real pela fauna silvestre.

A ação contou com o apoio do Instituto Urihi para Preservação Ambiental, Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MT) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Mato Grosso (Ibama).

Participaram do evento: servidores da Sema-MT, Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap-MS), CRMV-MT, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), Corpo de Bombeiros, Ibama e profissionais autônomos.

*Sob supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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