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Posto Eleitoral leva mais comodidade à população de Nossa Senhora do Livramento

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A população de Nossa Senhora do Livramento (40 km de Cuiabá) passa a contar, a partir de agora, com um Posto Eleitoral de atendimento. O novo local foi instalado nesta terça-feira (02.09), na Travessa Wagner Queluz, s/n (antiga Rodoviária – junto ao Detran), bairro Centro, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.  

 

A instalação do posto é fruto do Acordo de Cooperação Técnica nº 31/2025, firmado entre o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por meio da 20ª Zona Eleitoral, e a Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento, com o objetivo de unir esforços para garantir maior comodidade aos eleitores e eleitoras da região.  

 

Kaick Brendo Santos Campos foi um dos eleitores atendidos neste primeiro dia de funcionamento do Posto Eleitoral. “O pessoal do Cartório entrou em contato com a minha mãe e ela me informou. Eu precisava fazer a biometria, então, aproveitei para regularizar. Com certeza, ter um local de atendimento aqui facilitou, foi tudo muito fácil. Antes, eu teria que ir em Várzea Grande para fazer”, ressaltou. 

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A criação do Posto Eleitoral no município de Nossa Senhora do Livramento foi oficializada por meio da Portaria nº 3/2025, assinada pelo juiz da 20ª Zona Eleitoral, com sede em Várzea Grande, José Mauro Nagib Jorge.  

 

Segundo o magistrado, a medida visa facilitar o acesso da população aos serviços da Justiça Eleitoral, especialmente para a coleta de dados biométricos. “O novo Posto Eleitoral entra em funcionamento imediatamente, representando um avanço na descentralização dos serviços e no fortalecimento da cidadania em Nossa Senhora do Livramento. A ação faz parte do plano de trabalho elaborado pela 20ª Zona Eleitoral de Mato Grosso, por solicitação da Corregedoria Regional Eleitoral, para a ampliação do cadastramento biométrico do eleitorado no município”, frisou o juiz da 20ª Zona Eleitoral. 

 

Serviços 

 

No local, os cidadãos poderão realizar serviços como revisão eleitoral com coleta biométrica, emissão de guias de recolhimento de multas eleitorais, solicitação de certidões eleitorais e anotações para quitação de multas, caso seja necessário. A Portaria ressalta que, nos 150 dias que antecedem as eleições, o atendimento ficará restrito à emissão de certidões e aos serviços logísticos necessários para o pleito, em cumprimento à legislação eleitoral. 

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem é composta por três registros que destacam o funcionamento do Posto Eleitoral de Nossa Senhora do Livramento. No primeiro, um grupo de pessoas, incluindo servidores e autoridades, posa para foto dentro do espaço de atendimento. No segundo, um eleitor é atendido por um servidor que opera um computador. Já no terceiro, em detalhe, o mesmo eleitor aparece segurando um documento, simbolizando a conclusão do atendimento. O conjunto transmite a ideia de acessibilidade e eficiência nos serviços eleitorais oferecidos à população local. 

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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