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Prazo final de inscrição do Prêmio Eficiência e Inovação de MT é prorrogado para 4 de março

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) publicou, nesta quinta-feira (27.02), a atualização do cronograma de atividades do Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas e o prazo para inscrição segue em aberto até dia 4 de março.

A Comissão Organizadora pede atenção ao item 5 do edital, que trata da legibilidade daqueles que podem integrar o time inscrito.

Podem se inscrever servidores públicos civis e militares, efetivos, exclusivamente comissionados ou contratados, bem como aos empregados públicos de todo o Poder Executivo de Mato Grosso.

Quem não pode se inscrever:

  • Secretários de Estado, presidentes, reitores, diretores, presidentes e outros dirigentes máximos equiparados a esses cargos;
  • Estagiários e residentes técnicos;
  • Aposentados, pensionistas e servidores de outros Poderes;
  • Servidores que estão envolvidos direta ou indiretamente na elaboração ou execução do Prêmio, como profissionais das áreas de comunicação, jurídica e tecnologia da informação, sobretudo, ligados à Secretaria de Comunicação Social do Governo de MT e à Seplag-MT;
  • Práticas públicas vencedoras da primeira edição do Prêmio.
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Lista de documentos que precisam ser lidos para evitar problemas técnicos e garantir o deferimento da inscrição da sua equipe:

  • Edital (clique aqui para acessá-lo);
  • Perguntas frequentes (clique aqui para acessá-lo);
  • Guia de Orientação ao candidato (clique aqui para acessá-lo);
  • Dicas para finalizar sua inscrição (clique aqui para acessá-lo).

Os interessados devem utilizar o navegador Google Chrome para realizarem a inscrição, prestando atenção ao carregamento completo dos documentos submetidos em cada etapa, sem tentar acelerar o processo, por exemplo, clicando antecipadamente ou várias vezes numa mesma opção ou comando.

Prêmios

Os vencedores, além do selo “Servidor Eficiente e Inovador em Práticas Públicas”, receberão valores em dinheiro mais passagens aéreas com destinos nacionais ou internacionais, conforme a colocação conquistada. Os valores são de R$150 mil para os terceiros colocados, R$170 mil para os segundos colocados e R$200 mil para os primeiros colocados.

A exceção serão os prêmios da subcategoria “Pequenas Economias que Fazem a Diferença”. O pódio triplo desta subcategoria ganhará também o selo “Servidor Eficiente e Inovador em Práticas Públicas”, e R$50 mil para a primeira colocação; R$30 mil para a segunda; e R$20 mil para a terceira colocação. Nesta subcategoria, não haverá premiação em passagens aéreas.

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O edital complementar publicado nesta quinta-feira, você confere em anexo. Ficou com dúvidas, envie sua pergunta para o e-mail: [email protected]

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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