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Presidente do CLP: “Governo de MT é um caso de inspiração em modernização da gestão pública”

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O diretor-presidente do Centro de Liderança Pública (CLP), Tadeu Torres, afirmou que o Governo de Mato Grosso é um “caso de inspiração em modernização da gestão pública” em relação aos demais estados do país.

A fala ocorreu durante o lançamento dos trabalhos do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027, nesta segunda-feira (30.01), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. 

O Centro de Liderança Pública é o instituto nacional responsável pelo Ranking de Competitividade dos Estados, que anualmente reconhece os estados com melhor desempenho em vários quesitos. Nos últimos anos, Mato Grosso tem se destacado no ranking. 

“Estamos falando de um estado que hoje é o quinto mais competitivo do país e tem a melhor gestão fiscal. Em quatro anos, Mato Grosso saiu de uma situação muito ruim para ser exemplo. É o terceiro melhor em infraestrutura e o quinto em capacidade de desenvolvimento econômico”, disse Torres, que realizou uma palestra durante o evento.

Conforme o presidente do CLP, o Governo de Mato Grosso tem se destacado não só pelos bons resultados, mas por se empenhar em continuar avançando nos indicadores que norteiam a administração pública. 

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“A missão do Centro de Liderança Pública é trazer modernização em gestão pública e o Governo de Mato Grosso têm sido um caso de inspiração. O que me deixa mais feliz é que vocês não seguem aquela máxima de que em time que está ganhando não se mexe. Time que está ganhando se mexe, sim. Vocês hoje são um grande exemplo e ainda assim querem mais”, destacou.

O governador Mauro Mendes ressaltou que o princípio da eficiência será a grande meta dessa segunda gestão, cujo objetivo maior é fazer com que o Estado consiga trazer mais qualidade de vida aos mato-grossenses de todas as regiões, com foco naquilo que mais importa para as pessoas, especialmente as que mais precisam. 

Para ele, é preciso mudar a forma de elaborar o Plano Plurianual, deixando de atuar de forma meramente burocrática, e passando a pensar como um grande plano de ação para tornar o serviço público melhor em todas as áreas. O PPA define diretrizes, objetivos e metas da administração estadual para a gestão das políticas públicas, e orienta a elaboração do orçamento anual.

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“Nós queremos ser um estado cuja missão é prestar bons serviços ao cidadão e à sociedade, para que possamos ser reconhecidos como um estado eficiente na prestação desses serviços. Nesse Plano Plurianual, o foco tem que estar no cidadão. As nossas diretrizes têm que colocar sempre no final a satisfação do nosso cliente, e aqui o nosso cliente é o cidadão. Então, a construção de um planejamento para os próximos anos tem que ser feito dessa forma”, finalizou.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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