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Primeira-dama de MT defende inclusão das pessoas com Síndrome de Down: “é possível construir uma sociedade melhor”

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Na jornada rumo à construção de uma sociedade melhor, a atenção dedicada à conscientização sobre a inclusão social das pessoas com síndrome de Down é fundamental. A afirmação é da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, que tem sido uma voz proeminente nessa luta, destacando a importância de aceitar e proporcionar condições e acesso equitativos a todas as pessoas, independentemente de suas diferenças.

Para Virginia Mendes, o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado nesta quinta-feira (21.03), oferece uma oportunidade para a reflexão coletiva sobre o progresso alcançado e os desafios que ainda persistem.

“É um lembrete poderoso de que a síndrome de Down é apenas uma condição genética e não define o valor ou o potencial de uma pessoa”.

“Aqui em nosso Estado nós temos o SER Família Inclusivo, um programa que planejei pensando na inclusão das pessoas de forma ampla, não se trata apenas de um auxílio financeiro pago pelo Governo, mas de uma ferramenta capaz de dar espaço e voz a todas as pessoas independentes da sua condição”, afirmou Virginia Mendes.

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Em um ano, o Governo de Mato Grosso investiu R$ 1,7 milhão em transferência de renda pelo programa SER Família Inclusivo, além de outras ações direcionadas à inclusão social. Na Educação, a previsão de investimento para este ano é de de R$ 25 milhões, em material pedagógico, material de tecnologia assistiva, equipe multidisciplinar, equoterapia, Sistema de Avaliação em Educação Especial, dentre outros projetos. 

A primeira-dama ponderou como o capacitismo, que é a discriminação contra pessoas com deficiência, deve ser superado.

“Reconhecer e valorizar as habilidades e contribuições únicas de cada indivíduo é essencial para construir uma sociedade verdadeiramente inclusiva. Não existe quem pode mais ou menos, todas as pessoas são capazes de desenvolver habilidades e contribuir de forma igualitária. Defendo a inclusão social, porque sei que por meio dela é possível construir uma sociedade melhor”, afirmou.

Virginia Mendes acredita que a data é um convite para que cada um se torne um agente de mudança, trabalhando para construir um mundo onde todas as pessoas sejam valorizadas, respeitadas e incluídas plenamente.

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“Ninguém pode ser excluído, pois todos temos o nosso lugar em meio diversidade”.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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