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Primeira-dama de MT destaca conquista de beneficiados com emissão de mil credenciais para pessoas com autismo

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) já emitiu cerca de mil credenciais e selos do programa Autista a Bordo, para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ação faz parte do programa SER Família Inclusivo, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

O SER Família Inclusivo também atua na emissão da Carteira de Identificação do Autista, pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e com o auxílio de R$ 220 bimensais.

Para Virginia Mendes, os projetos do governo demonstram preocupação com a inclusão.

“Agradeço à equipe do Detran por levar esse projeto a sério. Isso confirma a preocupação do Governo do Estado com a Inclusão. Muitas vezes, algo que pode parecer simples para nós pode causar desconforto, como ocorre com autistas sensíveis ao barulho. A buzina, por exemplo, pode provocar um estado de irritabilidade extremo. Fico feliz por saber que já alcançamos um número expressivo de identificações e espero que mais pessoas façam os cadastros”, ressaltou Virginia Mendes.

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De acordo com a Setasc, 9.861 pessoas com TEA estão cadastradas com a Carteira de Identificação do Autista. Confira o link para emissão da CIA https://www.setasc.mt.gov.br/carteirinha-do-autista.

Para emitir a credencial de estacionamento de forma online, acesse o endereço https://credencialdoautista.detran.mt.gov.br/. Nesse caso, não é necessário reapresentar documentos já fornecidos para a emissão da Carteira de Identificação do Autista.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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