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Primeira-dama de MT e autoridades entregam patrulha mecanizada à comunidade indígena

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Luluca Ribeiro, e o superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos, entregaram nesta quinta-feira (15.02) uma patrulha mecanizada (trator e implementos) à liderança indígena da etnia Suruí, cacique Tomé Hoê Iwai Suruí, da aldeia Sertanista Apoena Meirelles, acompanhado da esposa, Marilene Flegles Suruí, localizada em Rondolândia, município a 1.046 km da Capital.

Com investimento de R$ 218,5 mil, os implementos agrícolas e o trator de 80 CV foram adquiridos com emenda parlamentar destinada pelo então deputado federal Carlos Bezerra à Seaf, a partir da indicação da primeira-dama, que é a idealizadora do programa SER Família Indígena. Ela viu a necessidade da aldeia em ter uma patrulha mecanizada para auxiliar na produtividade das culturas locais, que ainda são feitas de forma manual.

Para a primeira-dama Virginia Mendes, a responsabilidade de cuidar dos indígenas é de todos e destacou o orgulho de ser madrinha dos povos originários.

“Obrigada, Cacique Tomé, pela sua dedicação e de todos os povos da etnia Suruí. Cuidar dos povos indígenas é um trabalho de todos. Vários governos já passaram e nós nunca vimos um trabalho realizado com tanta intensidade, amor e carinho à população indígena. Tenho orgulho de ser madrinha dos meus irmãos”, disse.

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Virginia Mendes agradeceu o governador Mauro Mendes pela atenção aos povos indígenas.

“As coisas acontecem porque essa gestão trabalha com honestidade. Quem é de carreira sabe como funcionam os recursos. Então, hoje, agradeço o governador pela oportunidade que temos para trabalhar com a população indígena, para que eles tenham, de fato, a dignidade que merecem”, frisou.

Ela também exaltou o trabalho da Seaf. “Gratidão ao secretário Luluca. Espero que possamos desenvolver muitas ações em conjunto. Ao nosso superintendente de Assuntos Indígenas, Agnaldo Santos, por toda dedicação aos nossos irmãos. Ao presidente da Metamat, Juliano Jorge, com os projetos de perfuração de poços nas aldeias. Enfim, a todas as pessoas comprometidas em trabalhar e entregar os resultados com qualidade e eficiência”, agradeceu a primeira-dama.

O secretário de Agricultura Familiar elogiou a primeira-dama pela iniciativa.

“Parabéns dona Virginia Mendes, pelo incentivo por meio do programa SER Família Indígena. Isso que a senhora faz é motivo de muito orgulho. Essa patrulha mecanizada será muito bem utilizada”, destacou Luluca Ribeiro.

De acordo com o cacique Tomé, a Aldeia Sertanista, Terra Indígena 7 de Setembro e Aldeia Lakapoy são produtores de banana, da castanha que é extraída da floresta e beneficiada por eles e de café, sendo uma atividade de destaque, onde toda a produção de grãos é comercializada diretamente com a empresa Três Corações.

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“Primeiramente, agradeço a Deus pela oportunidade de ver a entrega desse equipamento tão importante, que vai nos ajudar a aumentar a nossa produção. Estamos realizando um sonho. A nossa gratidão à primeira-dama Virginia Mendes pela articulação desse trator e dos implementos. Com certeza, a nossa produção, que ainda é manual, vai crescer e vamos ampliar o desenvolvimento sustentável”, ratificou o cacique Tomé.

Agnaldo Santos ressaltou a vontade que os povos indígenas têm em produzir e destacou o empenho da primeira-dama em apoiar.

“Os indígenas querem produzir e ter uma vida melhor, tanto para eles quanto para seus filhos e netos. Muita gratidão à nossa primeira-dama Virginia Mendes por tudo o que ela tem feito pelos povos indígenas, por esse olhar atencioso e cuidadoso”, afirmou.

Participaram da cerimônia de entrega a senadora Margareth Buzetti; a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza; o presidente da Metamat, Juliano Jorge; o cacique da aldeia Lakapy, Nilson Mopirapalakã Suruí; o cacique da aldeia Meruri, da etnia Boróro, Osmar Aroenoguaijwy; o presidente do CONDISI, da etnia Mutina, Vanildo Ariabô, e o líder indígena da etnia Arara de Aripuanã, Anjelton.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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