MATO GROSSO

Procon-MT participa de mutirão de renegociação de dívidas com bancos e instituições financeiras

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O Procon Estadual de Mato Grosso, vinculado à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), participa do mutirão online de renegociação de dívidas com bancos e instituições financeiras, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). 

Além de Procons de todo o país, o mutirão também conta com a participação do Banco Central. A ação é realizada até o dia 31 de março, por meio da plataforma Consumidor.gov.br.  

A secretária adjunta interina de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), Valquíria Souza, salienta que o objetivo do mutirão é permitir que consumidores que estejam endividados possam negociar seus débitos. 

“Qualquer pessoa que tenha dívida em atraso com bancos e instituições financeiras pode participar. Serão oferecidas condições especiais para renegociação de dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito em atraso. Contudo, não serão negociadas dívidas que tiverem como garantia bens como veículos, motos ou imóveis”, explica Valquíria.

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Para participar do mutirão online, o consumidor precisa se cadastrar na plataforma Consumidor.gov.br.  Após receber login e senha, é necessário fazer o relato do problema e informar que deseja participar do mutirão de renegociação de débitos. Finalizado o registro, o banco ou a instituição financeira têm o prazo de 10 dias para responder ao consumidor e apresentar uma proposta. 

“Ao preencher o registro, é essencial redobrar a atenção e informar corretamente dados como telefones e e-mail. Essas informações são imprescindíveis para que as instituições possam entrar em contato com o consumidor e encaminhar a proposta de negociação do débito”, alerta Valquíria.

Terminado o prazo para resposta do fornecedor, o consumidor tem 20 dias para avaliar a resposta.

Outros canais
A negociação também pode ser feita diretamente com o banco ou financeira utilizando os canais oficiais da instituição. Veja no site da Febraban a lista dos fornecedores que estão participando do Mutirão e os canais disponibilizados para negociação. 

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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