MATO GROSSO

Proerd lança operação para conscientizar crianças e adolescentes sobre uso de drogas e combate à violência

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), lança na manhã desta quinta-feira (20.2), a “Operação Paz na Escola e Tolerância Zero à Prática de Crimes e Demais Delitos”, a partir das 8 horas, na Escola Estadual Tiradentes, no bairro Bela Vista, em Cuiabá.

A operação visa garantir que todos os estudantes, professores e funcionários possam usufruir de um ambiente educacional que priorize o respeito, a inclusão e o aprendizado, livre de qualquer forma de violência ou criminalidade.

A Operação Paz na Escola e Tolerância Zero incluirá a intensificação da presença policial nas proximidades das unidades escolares, ações preventivas contra bullying, tráfico de drogas e outras formas de criminalidade, além de um trabalho conjunto com alunos e pais para promover a conscientização e a responsabilidade.

Programação

Nesta mesma data, em alusão ao Dia Nacional do Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado no dia 20 de fevereiro, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) realizará uma ação especial com o objetivo de conscientizar os estudantes sobre os danos causados pelo consumo de álcool e drogas no organismo.

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A ação será destinada aos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, e ocorrerá nos períodos matutino e vespertino nas escolas Escola Estadual Senador Azeredo (10h), Escola Estadual Salim Felício (entre 8h e 10h), Escola Estadual Militar Dom Pedro (13h) e na escola Escola do Farina (14h).

Serviço | Proerd lança Operação Paz na Escola e Tolerância Zero à Prática de Crimes e Demais Delitos

Data: quinta-feira (20.2), às 8 horas
Local: Escola Estadual Tiradentes, no bairro Bela Vista, em Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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