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“Programa da Setasc vai mudar a realidade das famílias que mais precisam”, afirma primeira-dama de Lucas do Rio Verde

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A primeira-dama de Lucas do Rio Verde (340 km de Cuiabá), Janice Ribeiro, avaliou que o programa SER Família Habitação – Faixa Zero, da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), vai mudar significativamente a vida das famílias mais vulneráveis do município.

“Dentre diversos projetos, este é um dos mais especiais e importantes, porque vai possibilitar que 50 famílias tenham sua habitação a custo zero. Isso vai mudar a realidade dessas famílias, com certeza, porque a pessoa vai deixar de pagar aluguel e poder usar aquilo que ganha ou o que as pessoas ajudam para cuidar melhor de sua família”, observou.

Lucas do Rio Verde foi um dos 79 municípios que aderiram ao Programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Desses, 57 municípios já formalizaram o convênio para receber os recursos para a construção de 2.568 moradias populares, num total de R$ 193,8 milhões em investimentos.

Os municípios que firmaram convênios e ainda não iniciaram as obras estão na fase de licitação e contratação, como é o caso de Lucas do Rio Verde. Ao todo, o Governo de Mato Grosso vai entregar 3.484 casas a custo zero para a população, com um investimento de cerca de R$ 250 milhões, em parceria com os municípios.

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A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho, explicou que essa vertente do Programa SER Família Habitação, conduzida pela Setasc, em parceria com a Sinfra, é voltada às famílias que possuem renda per capita de até R$ 200.

“Esse programa é idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e, em Lucas do Rio Verde, conta com a parceria do prefeito do município e da secretária de Assistência e primeira-dama do município para entregarmos essas casas gratuitas, 50 unidades habitacionais. As obras já irão iniciar e, com certeza, iremos acompanhá-las. Em um futuro breve, poderemos entregar essas habitações para essas famílias que mais precisam”, enfatizou.

A primeira-dama do município, Janice Ribeiro, agradeceu à primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, pela criação do programa SER Família Habitação.

“A primeira-dama do Estado está servindo de inspiração para todas nós, para que a gente faça mais e mais para ajudar a nossa gente. Quero agradecer à nossa primeira-dama Virginia Mendes, pela sua sensibilidade e por nos dar a possibilidade de encontrar realmente aquelas famílias que precisam, que merecem. É isso que nós estamos fazendo e em breve estaremos entregando essas casas para 50 famílias de nosso município”, concluiu.

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Além das casas do programa SER Família Habitação – Faixa Zero, o município de Lucas do Rio Verde também irá receber, inicialmente, 1.536 apartamentos pelo programa SER Família Habitação, viabilizados por uma parceria entre o Governo de Mato Grosso, Setasc, MT Par, Prefeitura Municipal, Caixa Econômica Federal e Governo Federal. O programa vai atender famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil. A ordem de serviço foi assinada pelo governador Mauro Mendes nesta última segunda-feira (17.07), durante evento no município.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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