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Projeto do TRE-MT é indicado a prêmio nacional de inovação tecnológica

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) foi indicado ao EU Esri Brasil 2025, premiação nacional que reconhece iniciativas inovadoras no uso da inteligência geográfica. O projeto selecionado, intitulado “Ocorrências das Eleições”, foi desenvolvido para garantir maior eficiência, agilidade e segurança no processo eleitoral em Mato Grosso.  A votação segue até o dia 06 de outubro (link no final do texto).

Realizar eleições em um estado de dimensões continentais como Mato Grosso exige planejamento rigoroso. São cerca de 8 mil seções eleitorais, distribuídas em 1.500 locais de votação nos 142 municípios do estado. O processo envolve ainda aproximadamente 40 mil colaboradores, mobilizados para assegurar o direito de voto a 2,5 milhões de eleitores. 

A dimensão territorial, aliada a dificuldades como estradas de difícil acesso, falhas de energia e falta de comunicação em determinadas regiões, sempre representou um grande desafio para a Justiça Eleitoral. 

Projeto do TRE-MT é indicado a prêmio nacional de inovação tecnológica

Solução inovadora 

Com o objetivo de superar essas barreiras, o TRE-MT desenvolveu a solução “Ocorrências das Eleições”, que permite o acompanhamento em tempo real de todo o processo de votação. 

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A ferramenta utiliza formulários eletrônicos para que os colaboradores em campo registrem eventuais ocorrências. As informações são transmitidas de forma instantânea e exibidas em painéis de monitoramento (dashboards), o que possibilita à administração eleitoral agir de maneira rápida e eficaz para resolver problemas técnicos ou operacionais, evitando impactos sobre os eleitores. 

“A tecnologia nos permite acompanhar cada ocorrência à medida que ela acontece. Isso facilita a tomada de decisão imediata, seja para resolver uma falha em urna, apoiar a logística de entrega de equipamentos ou recuperar dados com segurança. O sistema transforma informações em soluções rápidas, dando muito mais agilidade ao processo eleitoral”, explicou Salomão de Souza Fortaleza, coordenador do projeto no TRE-MT.  

A presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou a relevância da indicação e reafirmou o compromisso da instituição em estar à frente das transformações tecnológicas. 

“A Justiça Eleitoral de Mato Grosso tem buscado constantemente inovar, utilizando a tecnologia como aliada para oferecer mais segurança, eficiência e transparência. Ser reconhecido nacionalmente reforça nosso papel de vanguarda nesse processo”, afirmou a presidente.  

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Para conhecer todos os projetos e votar, acesse o link: 

https://experience.arcgis.com/experience/9986de91937340fb902fa6bd64891e0f/page/P%C3%A1gina-inicial 

 

Daniel Dino  

Assessoria TRE-MT 

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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