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Projetos da primeira-dama e Governo de MT estão inovando a política brasileira, afirma cacique pareci

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O cacique Rony Paresi, da aldeia Wazare, em Campo Novo do Parecis, afirmou que os projetos da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e o Governo de Mato Grosso estão inovando as políticas públicas no país ao dar destaque e apoiar os projetos sustentáveis indígenas.

Virginia Mendes é madrinha dos povos indígenas do Estado e a única primeira-dama convidada a participar de uma COP, para falar sobre programas sustentáveis de Mato Grosso: o SER Família Indígena e SER Família Mulher. Além disso, ela articulou recursos para a promoção do etnoturismo.

A comitiva pareci acompanha a delegação do Governo de Mato Grosso na COP 28, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

“Nossos projetos trazem desenvolvimento sustentável e valorização da cultura indígena e são referência para o país. Espero que todos os estados brasileiros sigam o exemplo de Mato Grosso e da primeira-dama, que estão inovando a política brasileira ao dar protagonismo e liberdade de expressão aos indígenas”, afirmou o cacique.

A etnia pareci desenvolve o etnoturismo, sendo a primeira no país a ter o projeto aprovado pelos órgãos federais. Além disso, é produtora de arroz no Estado, utilizando menos de 2% de seu território.

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“O Governo dá total apoio à iniciativa dos indígenas que querem produzir e serem independentes, por isso, trouxemos a comitiva até a COP, para que possam falar que é possível produzir, gerar renda e preservar o meio ambiente. Os indígenas são exemplos de desenvolvimento sustentável”, destacou o governador Mauro Mendes.

SER Família Indígena

Programa idealizado pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, o SER Família Indígena busca promover o desenvolvimento sustentável nas comunidades indígenas, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Virginia Mendes explicou que o programa concentra-se em enfrentar os desafios de aprimorar o acesso à educação, saúde, oportunidades econômicas, aliadas à preservação do patrimônio cultural.

“O SER Família Indígena busca reconhecer e atender as particularidades culturais e necessidades específicas de cada comunidade envolvida. Nosso principal objetivo é auxiliar para que possam se desenvolver e serem independentes”, pontuou a primeira-dama de Mato Grosso.

Delegação de MT

Fazem parte da comitiva mato-grossense os indígenas Andriele Nezokenazokero, Alex Onaezokemae, Valdirene Zakenaezokero, Dejanira Quero, Pedro Paulo Onaezokemae e Ivo Zokenazokemae.

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E também os deputados estaduais Paulo Araújo e Max Russi, a prefeita de Jaciara, Andreia Wagner, o prefeito de São José do Xingu, Dr. Sandro, e a primeira-dama do município, Suelen Rodrigues, o procurador-geral de Contas, Alisson Alencar, os secretários de Estado Mauren Lazaretti (Meio Ambiente), Grasielle Bugalho (Assistência Social e Cidadania) e César Miranda (Desenvolvimento Econômico), o presidente do Instituto Mato-grossense da Carne, Caio Penido e o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Silvio Rangel.

A primeira-dama Virginia Mendes custea todas as despesas da viagem com recursos próprios.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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