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Recuperação do asfalto foi concluída e pequenas intervenções são realizadas em pontos do corredor do BRT

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As obras de implantação do corredor de transporte entre Várzea Grande e Cuiabá já permitem a circulação de veículos em pelo menos duas pistas de cada lado ao longo de todo o trajeto de 14 km entre o Aeroporto Marechal Rondon e o Comando Geral da Polícia Militar, na Avenida do CPA.

Os trabalhos de recuperação do asfalto já foram praticamente finalizados. As intervenções que permanecem em execução estão concentradas em pontos específicos, onde são realizados pequenos ajustes e acabamentos.

Um dos serviços ainda em andamento está localizado em frente à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), onde foi necessário reconstruir um antigo dispositivo de drenagem. Assim que for concluída a cura do concreto, este trecho será fechado e completamente liberado. No entanto, as outras três pistas ao lado permitem a passagem de veículos.

Outro ponto de intervenção fica em frente à sede do SBT na Avenida do CPA, onde um vazamento na rede de água precisou ser corrigido pela concessionária Águas Cuiabá. No local já está sendo aplicada a nova camada de asfalto para liberação do trânsito.

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Também seguem em andamento pequenos ajustes no canteiro central na região do Colégio São Gonçalo, sem impedir a circulação em duas faixas de trânsito. Outras correções em calçadas são feitas ao longo do trajeto, mas com as pistas liberadas.

A infraestrutura do Parque Linear da Avenida do CPA já foi concluída. A construção das estações de embarque e desembarque que irão atender o transporte coletivo também estão em andamento, o que em alguns casos provoca o estreitamento de uma das três ou quatro faixas de circulação das avenidas.

As obras prosseguem ainda em outros trechos do empreendimento, como a ligação entre o novo Terminal de Várzea Grande e o Aeroporto Marechal Rondon. Nesse segmento, os serviços são executados em uma nova via, sem interferência no trânsito existente.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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