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Rede Cidadã retoma atividades para crianças e adolescentes nos polos de Cuiabá

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O programa Rede Cidadã, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), retomou nesta segunda-feira (10.2) as atividades esportivas, culturais e artísticas ofertadas às crianças e adolescentes em vulnerabilidade social na sede e nos polos de Cuiabá.

Nas unidades de ensino, os jovens podem aperfeiçoar e aprender atividades lúdicas. Na sede do bairro Planalto, aulas de violão, taekwondo, pintura, teclado, canto de coral, vôlei, flauta e futebol de campo deram início ao calendário, assim como no polo do Ribeirão do Lipa, Araés, Jardim Gramado, Jardim Vitória e São João Del Rei (Sesc).

O Programa Rede Cidadã tem como público-alvo meninos e meninas entre 10 e 17 anos em situação de risco. Para este ano, as inscrições continuam abertas para todos os polos em diversas modalidades de futebol de salão e aulas de desenho artístico. A expectativa é atender cerca de 1.500 crianças e adolescentes.

Para a coordenadora do Rede Cidadã, Capitã Wilma Wellen Camilo, proporcionar a essas crianças e adolescentes atividades que enriquecem o conhecimento são fundamentais para o incentivo a uma vivência de qualidade no ambiente escolar e na família.

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“Nesse retorno das modalidades do programa, podemos perceber o entusiasmo em cada aluno, a vontade de aprender, o desempenho positivo nas aulas, onde fortalecem esse vínculo importante que a SESP propõe a cada um.”

Para efetivar a inscrição, o aluno deve ir com o pai/responsável até a unidade mais próxima da Rede Cidadã ou entrar em contato pelos canais de atendimento (clique aqui para saber os meios disponíveis).

O interessado precisa estar matriculado regularmente em uma escola, ter entre 8 a 17 anos e não precisa ter vínculo com o programa Rede Cidadã.

O programa abriu para este ano mais de 1500 vagas em todos os polos. Até o momento, mais de 660 matrículas foram preenchidas em todo Estado, sendo 242 alunos em Cuiabá, 123 em Várzea Grande, 81 em Rondonópolis, 132 em Nova Olímpia e 87 em Cáceres.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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