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Reeducandos da Cadeia Pública de Colniza concluem cursos de operadores de trator agrícola e retroescavadeira

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Sete reeducandos da Cadeia Pública de Colniza (1.065 km de Cuiabá) concluíram a formação de operador de trator agrícola e retroescavadeira. Com 40h/aula, o curso se encerrou no último domingo (04.12), com as aulas práticas ministradas nas dependências da Secretaria Municipal de Infraestrutura.

Ofertada gratuitamente, por meio de parceria entre a unidade prisional e a Prefeitura Municipal, a parte teórica ocorreu nas instalações da Cadeia. O custo dessa capacitação é de R$ 1 mil por aluno, de acordo com o diretor da Cadeia, Heitor Nogueira.

O diretor destaca a importância do acesso ao conhecimento e oferta da formação profissional à reintegração social das pessoas privadas de liberdade. “O emprego como meio de geração de renda é fundamental nesse processo e, consequentemente, no combate à reincidência criminal”, afirma. 

Além dessa turma formanda, outras sete pessoas privadas de liberdade, que cumprem sentença na mesma unidade, terão a oportunidade de frequentar esse curso em 2023. A previsão é que a formação ocorra em fevereiro.

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Atualmente, a Cadeia Pública de Colniza é ocupada por 118 reeducandos oriundos do próprio município e de outros da região, entre os quais, Aripuanã, Cotriguaçu e Juruena.

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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