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Reunião preparatória para Eleições 2024 chega ao polo de Tangará da Serra

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O ciclo de reuniões preparatórias para as Eleições Municipais de 2024 contemplará, na próxima sexta-feira (26.07), o polo de Tangará da Serra. Equipes técnicas e a gestão do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) se reunirão com juízes, juízas eleitorais e chefes de cartório da região, a partir das 10h, no Mais Hotel, que fica na Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, n° 1.620, bairro Jardim Paulista, em Tangará da Serra.

O objetivo é assegurar, de forma integrada, a transparência na organização e segurança do pleito que se aproxima. Serão abordados os aspectos gerais das Eleições Municipais 2024; informações do Gabinete de Gestão Integrada (GGI); metas de produtividade e selo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); logística administrativa; logística de Tecnologia da Informação; assédio eleitoral nas campanhas; propaganda eleitoral e desinformação; entre outros assuntos.

As reuniões preparatórias são uma oportunidade de discutir, com juízes e juízas eleitorais, questões importantes relacionadas ao pleito deste ano. Neste encontro, participarão representantes das seguintes Zonas Eleitorais: 19ª ZE, com sede em Tangará; 7ª ZE, de Diamantino; 13ª, com sede em Barra do Bugres; 17ª ZE, de Arenápolis; 29ª, com sede em São José do Rio Claro; 35ª ZE, de Juína; 42ª ZE, com sede em Sapezal; 56ª Z, de Brasnorte; 60ª ZE, com sede em Campo Novo do Parecis e 61ª ZE, de Comodoro.

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Para a presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, as reuniões preparatórias são fundamentais para o alinhamento das diretrizes que orientam o processo eleitoral. “Nosso estado possui uma extensão territorial muito grande, são mais de 900 mil km² de área, com muitos locais de difícil acesso, então, temos muitos aspectos e desafios a serem considerados a cada eleição. Estar com os juízes e juízas eleitorais, que serão os principais atores nestas eleições municipais, é muito importante para garantirmos um processo tranquilo, seguro e transparente”, destaca.

Cronograma

O ciclo de reuniões teve início no dia 14 de junho, em Barra do Garças, depois seguiu para Sinop, em 21 de junho. Em seguida, foi a vez de Rondonópolis, no dia 28 de junho e, em 05 de julho, ocorreu em São Félix do Araguaia. O último foi realizado em Cáceres, no dia 19 de julho. O ciclo será encerrado em Cuiabá, no dia 02 de agosto, com a participação das Zonas Eleitorais da capital e de Várzea Grande, abrangendo as cidades do entorno.

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Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem com fundo em tons de verde escuro e claro e detalhes em espiral nas laterais direita e esquerda. Sobre a imagem, à esquerda, está escrito REUNIÕES PREPARATÓRIAS – ELEIÇÕES 2024 e, à direita, POLO TANGARÁ DA SERRA. No canto superior direito, estão as marcas do TRE-MT e das Eleições Municipais de 2024.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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