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Revista sobre trabalhos realizados em escolas do campo e quilombolas já está disponível no site da Seduc-MT

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Com o intuito de valorizar a produção de conhecimento e garantir uma educação que abranja as especificidades das escolas estaduais do campo e quilombolas, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), por meio da Secretaria Adjunta de Gestão Educacional (SAGE) e da Superintendência de Diversidades Educacionais (Sudi), lançou a 2ª edição da Revista Científica Digital Campoqui. 

Editada com artigos científicos produzidos por profissionais da Rede Estadual de Educação, a Revista Campoqui complementa a pesquisa e a ciência na Educação Pública de Mato Grosso.

A primeira edição foi lançada no primeiro semestre de 2022 e apresentou artigos e relatos de experiências exitosas desenvolvidas nas escolas do campo e quilombolas.

Nesta segunda edição, já disponível para download no site da Seduc-MT, os destaques são para o “Projeto Horta” e “Projeto Educação e Sustentabilidade”. Em ambos os textos, o foco está na implementação e valorização da agricultura familiar, o empreendedorismo, a vivência, o contato com os recursos naturais e postura responsável diante do meio ambiente.

Para a superintendente de Diversidades Educacionais, Lucia dos Santos, a Revista Campoqui é um elemento propulsor para os profissionais da educação. “A publicação contribui com a superação dos estigmas relacionados a esses contextos, além de promover a pluralidade das comunidades envolvidas, por meio de contribuições técnicas”.

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Clique AQUI e acesse a Revista Digital Campoqui.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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