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Rota alternativa entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães deve passar por Campo Verde

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Em razão do Bloqueio Total da MT-251, estrada que liga Cuiabá e Chapada dos Guimarães, motoristas que pretendem se deslocar entre as duas cidades precisam buscar a rota alternativa.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que a rota entre as duas cidades passa pela cidade de Campo Verde, passando por rodovias totalmente asfaltadas.

Desta forma, quem for sair de Cuiabá para Chapada dos Guimarães, deve seguir pela BR-163 no sentido da Serra de São Vicente. Na altura do Trevo de São Vicente, deve acessar a BR-070 em direção a Campo Verde.

Em Campo Verde, o motorista deverá seguir pela MT-140, em direção ao Posto Gardez. Na rotatória, seguir pela MT-251 em direção a Chapada dos Guimarães, por cerca de 60 km.

Já os motoristas que querem sair de Chapada dos Guimarães em direção a Cuiabá, devem fazer o caminho contrário. Ou seja, pegar a saída para Campo Verde pela MT-251 e na altura do Gardez pegar a MT-140 em direção a Campo Verde.

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A partir de Campo Verde o motorista deve seguir pela BR-070 em direção a BR-163. No Trevo de São Vicente, seguir em direção a Cuiabá.

O trajeto entre o centro das duas cidades, passando por Campo Verde, tem cerca de 200 quilômetros. Segundo uma projeção do Google Maps, o tempo de viagem varia entre duas horas e trinta minutos e três horas.

A Sinfra-MT reforça que o caminho pela MT-246, que liga o Distrito da Água Fria até a Estrada de Manso, deve ser evitado.

Esta rota, de cerca de 160 quilômetros, passa por um trecho de 33 km de uma rodovia não implantada, que não tem condições de receber veículos pesados, principalmente no período de chuvas.

A Sinfra-MT reforça que, devido as chuvas registradas desde a madrugada desta terça-feira (26.12), a MT-251 deve permanecer bloqueada, até a melhoria das condições climáticas e avaliação por parte de equipes da Sinfra e Defesa Civil.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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