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Rotam apreende arma de fogo, munições e simulacro de fuzil em Pontes e Lacerda

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) apreenderam, na noite desta terça-feira (10.3), um revólver, um simulacro de fuzil e 43 munições durante abordagens em Pontes e Lacerda (445 km de Cuiabá). Três homens foram presos em flagrante.

Durante patrulhamento tático na região central do município, as equipes receberam informações de que haviam três homens, em frente a uma sorveteria, coagindo pessoas, afirmando serem integrantes de uma facção criminosa. O trio chegou em um veículo modelo Gol branco.

Os suspeitos foram localizados e abordados na Praça Miguel Gajardoni. Em busca veicular, os policiais militares apreenderam quatro munições calibre .38. Um dos suspeitos revelou que a arma estava em uma propriedade rural do seu padrasto.

Os policiais se deslocaram até o endereço informado e no local apreenderam a arma de fogo e mais 37 munições do mesmo calibre, além de duas munições calibre .38 deflagradas.

O suspeito revelou que em sua residência havia um simulacro de fuzil. As equipes retornaram até a cidade, foram ao novo endereço e apreenderam uma arma de airsoft adulterada, para simular um fuzil. Os suspeitos e todo material apreendido foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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