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Sábado: TRE-MT participa de mutirão de cidadania em Campo Novo do Parecis

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A 60ª Zona Eleitoral de Mato Grosso, com sede em Campo Novo do Parecis, participará neste sábado, 11 de outubro de 2025, de um mutirão de atendimento à população no bairro Jardim das Palmeiras, em parceria com a Prefeitura Municipal e outros órgãos públicos. O bairro concentra o maior número de eleitores ainda sem biometria no município, o que torna a realização do mutirão fundamental para ampliar o alcance do cadastramento. 

O atendimento ocorrerá das 7h às 17h, na Escola Municipal Jardim das Palmeiras, com a atuação de quatro servidores da Justiça Eleitoral. O juiz eleitoral da 60ª ZE, Bruno César Singulani França, destacou que a iniciativa fortalece o vínculo entre as instituições e facilita o acesso da população aos serviços públicos. 

“Essas ações aproximam a Justiça Eleitoral da comunidade e permitem que mais pessoas regularizem sua situação, participando ativamente do processo democrático. É um esforço conjunto em prol da cidadania”, afirmou o magistrado. 

Atualmente, Mato Grosso possui 2.530.783 eleitores aptos, sendo que 254.962 ainda não realizaram o cadastramento biométrico, o que representa 10,07% do eleitorado estadual. Em Campo Novo do Parecis, há 29.147 eleitores aptos, dos quais 2.216 ainda não fizeram a biometria, correspondendo a 7,60% do total. 

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O mutirão integra o Projeto Biometria 2025, conduzido pela Corregedoria Regional Eleitoral (CRE-MT), e tem como meta atingir 98% de eleitores biometrizados em todo o estado. 

 

Daniel Dino 

Assessoria TRE-MT 

Fonte: TRE – MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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