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Saiba o que ocorre com os materiais de votação e urnas após o término das eleições

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A Coordenadoria de Material e Patrimônio (CMP) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) se reuniu, na manhã desta terça-feira (1°/10), para organizar a dinâmica de recolhimento dos materiais ao final da votação, no dia 06/10. O grupo é composto por 21 servidores e servidoras, que serão responsáveis pela logística de busca dos objetos úteis em quatro pontos da capital. 

Além do recolhimento dos materiais de votação e urnas eletrônicas, estão entre as funções do grupo: fiscalização do trânsito e estacionamento, assim como identificação de metais e de autoridades. 

Em uma espécie de rodízio, o grupo irá se dividir para dar conta das quatro zonas eleitorais de Cuiabá, além da Casa da Democracia. A 1º ZE estará localizada na Arena Pantanal, já a 39º ZE na Escola Militar Dom Pedro II, enquanto a 51º ZE estará na Escola Estadual Madre Marta e a 55º ZE na Escola Mª Dimpina Lobo Duarte. 

 

Parte dos materiais que após a eleição não tiverem mais uso, serão descartados. Os Cartórios Eleitorais são responsáveis por fazer essa separação entre o que ainda pode ser utilizado e o que deve ser dispensado. Os materiais fora de uso receberão a destinação correta conforme a sua composição, obedecendo às legislações de sustentabilidade. 

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Atas de eleição e boletins de urnas são alguns exemplos de não descarte, pois são documentos que ficam arquivados no Tribunal. Já papeis, canetas e materiais de expediente são exemplos de materiais que podem ser reutilizados caso haja segundo turno. Mas, em caso de não haver, ainda assim, serão reutilizados em outros contextos de trabalho. 

Como explicou o coordenador da CMP, João Pedro de Barros, esse trabalho é tão importante quanto a distribuição, porque “pouco se pergunta o que é feito com o material após um evento com essa extensão. Eles são todos recolhidos, nada fica para trás!”, destacou. 

E as urnas? 

Após a conclusão da votação e o resultado dos votos, as urnas retornam para o Tribunal e ficam armazenadas no Depósito de Urnas. Essa fase é chamada de quarentena, pois ela fica inativa e sem uso, até o segundo turno, caso ocorra, ou até a segunda fase de manutenção.

 

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Nara Assis)

#DescriçãodaImagem: Em uma mesa há treze pessoas sentadas olhando para a projeção de tela na parede em que o coordenador do grupo está apontando e explicando algo. 

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Fonte: TRE – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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