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Saúde Digital realizou 382 atendimentos de tele-estomatologia em MT

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O programa Saúde Digital Mato Grosso, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), respondeu a 382 casos pelo aplicativo Tele-Estomatologia de janeiro a 30 de setembro deste ano. Desde 1º de agosto de 2023, quando o serviço foi lançado, foram 715 atendimentos, o que demonstra o avanço do programa no Estado.

O serviço de Tele-Estomatologia é realizado por meio de teleconsultoria, em que cirurgiões-dentistas da APS (Atenção Primária à Saúde) podem sanar dúvidas com cirurgiões-dentistas estomatologistas via mensagem de texto, promovendo a discussão de casos, o auxílio no diagnóstico em estomatologia e no manejo dos casos.

“Esta é uma excelente ferramenta de cuidado, eficiência e resolutividade na área de saúde bucal, que é oferecida pelo Governo do Estado para todos os 142 municípios de Mato Grosso”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Segundo a gestora da Saúde Digital, Dra. Vânia Berti, o aplicativo é um marco para o Estado, pois conecta profissionais, fortalece a rede e promove cuidado ao paciente com diagnósticos mais ágeis.

“O serviço já foi utilizado por 66 municípios desde 1º de agosto de 2023, alcançando diferentes realidades, reduzindo distâncias e democratizando o acesso ao especialista. Só no mês de setembro de 2025, foram 41 casos respondidos, o que demonstra a consolidação do serviço e sua crescente relevância no cotidiano das equipes”, afirmou.

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Vânia atribui o avanço ao empenho da equipe, aos treinamentos realizados em todo o Estado e à conscientização dos profissionais a respeito da eficiência da Saúde Digital.

O aplicativo tem 513 cirurgiões-dentistas cadastrados em uma rede em constante crescimento e serve para detectar todas as enfermidades bucais, mas principalmente o câncer de boca, que pode ser prevenido e diagnosticado precocemente.

“Ao todo, 15,5% dos casos respondidos tinham suspeita de malignidade, reforçando a importância da teleconsultoria na detecção precoce e no encaminhamento adequado”, acrescentou Vânia.

Avaliação de profissionais

Rafaela Greve, cirurgiã-dentista da Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Bela Vista, em São José dos Quatro Marcos, e Ingrid Garcia Santos, cirurgiã-dentista da Estratégia Saúde da Família (ESF) Marajoara, em Várzea Grande, elogiaram o aplicativo.

“Facilita nosso diagnóstico, evita encaminhamentos desnecessários e, quando o encaminhamento é necessário, oferece direcionamento claro. Uma ferramenta de grande valor e com retorno rápido”, disse Rafaela.

“Foi de grande importância no auxílio ao diagnóstico da lesão. Mesmo com a prática clínica do dia a dia, muitas vezes surgem dúvidas e inseguranças. O retorno foi ágil e esclarecedor, proporcionando mais segurança para a conduta profissional e trazendo benefícios diretos ao paciente do SUS”, contou Ingrid.

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O aplicativo foi desenvolvido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com o Ministério da Saúde, e disponibilizado ao Estado de Mato Grosso.

Saiba mais sobre o programa

O programa de Saúde Digital em Mato Grosso oferta 42 especialidades médicas em seu ambulatório, nas modalidades de teleconsultoria, teletriagem, teleinterconsulta, teleconsulta e telemonitoramento, além de seis serviços de telediagnósticos, sendo eles: tele-estomatologia, tele-ECG, telerretinografia, tele-espiroometria, teledermatologia e teleraio-X.

Já foram realizados até 1º de outubro de 2025, 520.297 telediagnósticos, 12.518 teleinterconsultas e 11.764 teleconsultorias, com uma economia total gerada de cerca de R$ 270 milhões.

De acordo com o assessor das políticas de Saúde Digital da SES, Diógenes Marcondes, a secretaria já capacitou, neste ano, profissionais de todos os municípios mato-grossenses para a utilização das funcionalidades.

“Temos 3.226 estabelecimentos de saúde cadastrados nos 142 municípios do Estado, além de 41 unidades prisionais e cinco Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei). São, ao todo, 1.691 profissionais cadastrados e treinados para utilizarem o programa Saúde Digital Mato Grosso”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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