MATO GROSSO

Secel divulga equipes campeãs dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses

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O resultado dos Jogos Escolares e dos Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses das regiões Sudeste e Sudoeste foi divulgado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Os jogos foram realizados em Primavera do Leste, de 29 de maio a 3 de junho, e, em Comodoro, de 31 de maio a 5 junho, em parceria com os municípios-sedes.

Na etapa Sudeste, o município anfitrião do evento, Primavera do Leste, foi o destaque da competição com 11 títulos de campeão regional. Os municípios de Campo Verde e Poxoréu também contaram com times vencedores na competição.

Reunindo cerca de 700 estudantes da região, 26 equipes participam dos Jogos Escolares, e outras 31 seleções municipais, dos Jogos Estudantis, representando os municípios de Campo Verde, Guiratinga, Paranatinga, Planalto da Serra, Poxoréu, Primavera do Leste e São José do Povo.

Na etapa Sudoeste, os destaques foram os municípios de Pontes e Lacerda, com seis títulos, e de Sapezal, com quatro. Os demais municípios que conquistaram títulos na competição regional foram Comodoro, Jauru, Indiavaí e Campos de Júlio.

Ao todo, 42 equipes disputaram os Jogos Escolares e, 54 seleções municipais, os Jogos Estudantis. Sediada em Comodoro, a etapa regional Sudoeste reuniu mais de 1.100 estudantes representando os municípios de Campos de Júlio, Comodoro, Indiavaí, Figueirópolis D´Oeste, Jauru, Nova Lacerda, Porto Esperidião, Pontes e Lacerda, Rondolândia, Sapezal, Vale do São Domingos, e Vila Bela da Santíssima Trindade.

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As equipes e seleções campeãs regionais garantem vaga em suas respectivas fases estaduais, que ocorrem no mês de julho. Estudantes de 12 a 14 anos participam dos Jogos Escolares e os da faixa etária de 15 a 17 anos disputam os Jogos Estudantis de Seleções.

Confira a relação completa de equipes e seleções campeãs.

Região Sudeste – Jogos Escolares
Basquetebol masculino: E.E Militar Tiradentes, Primavera do Leste
Basquetebol feminino: Colégio Mãe da Divina Providência, Primavera do Leste
Handebol masculino: E.M Dona Maria Artemir Pires, Campo Verde
Handebol feminino: E.M Dona Sabina Lazarin Prati, Campo Verde
Futsal masculino: Colégio Nova Geração, Primavera do Leste
Futsal feminino: Colégio Nova Geração, Primavera do Leste
Voleibol masculino: Colégio Nova Geração, Primavera do Leste
Voleibol feminino: Escola Progresso, Campo Verde

Região Sudeste – Jogos Estudantis de Seleções
Basquetebol masculino: Primavera do Leste
Basquetebol feminino: Primavera do Leste
Handebol masculino: Primavera do Leste
Handebol feminino: Campo Verde
Futsal masculino: Poxoréu
Futsal feminino: Primavera do Leste
Voleibol masculino: Primavera do Leste
Voleibol feminino: Primavera do Leste

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Região Sudoeste – Jogos Escolares
Basquetebol masculino: E. E. Luiz Frutuoso da Silva, Sapezal
Basquetebol feminino: E. E. Dep. Dormevil Farias, Pontes e Lacerda
Handebol masculino: E. E. São Jose, Pontes E Lacerda
Handebol feminino: E.M Vale do Sol, Pontes e Lacerda
Futsal masculino: E. E. Luiz Frutuoso da Silva, Sapezal
Futsal feminino: E. E. Dona Rosa Frigger Piovezan, Comodoro
Voleibol masculino: E. E. Dep Joao Evaristo Curvo, Jauru
Voleibol feminino: EMEB Arthur Mezanini, Indiavaí

Região Sudoeste – Jogos Estudantis de Seleções
Basquetebol masculino: Sapezal
Basquetebol feminino: Pontes e Lacerda
Handebol masculino: Pontes e Lacerda
Handebol feminino: Sapezal
Futsal masculino: Campos de Júlio
Futsal feminino: Comodoro
Voleibol masculino: Pontes e Lacerda
Voleibol feminino: Campos de Júlio

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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