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Seciteci abre cursos técnicos gratuitos para estudantes do ensino médio de escolas estaduais

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), abriu novas turmas para cursos técnicos que podem ser feitos ao mesmo tempo que o Ensino Médio em Várzea Grande e Sorriso. Serão ofertadas 280 vagas para estudantes de 15 a 17 anos interessados em estudar Administração, Automoção e Informática, com turmas matutinas e vespertinas nos dois municípios. Ao todo, os cursos já chegam a 17 cidades de Mato Grosso.

Em Várzea Grande, cursos técnicos nas áreas de Administração e Informática serão realizados na Escola Estadual Dunga Rodrigues. Alunos da unidade escolar terão prioridade e poderão solicitar a inscrição nos cursos no momento da rematrícula no Ensino Médio. Os demais estudantes poderão se inscrever de 19 a 22 de novembro, conforme a disponibilidade de vagas.

No caso de Sorriso, os cursos de Automoção e Informática serão realizados na na Escola Estadual Ignácio Schevinski Filhos. Os alunos que fazem o Ensino Médio na escola deverão solicitar a inscrição em um dos cursos, caso tenham interesse, no momento da rematrícula. Os demais estudantes poderão se inscrever de 19 a 22 de novembro, também conforme a disponibilidade de vagas.

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Os cursos técnicos da Seciteci são gratuitos e foram definidos através de um estudo das vocações de cada região de Mato Grosso. Os alunos serão capacitados em áreas que possuem alta demanda no mercado de trabalho regional.

Os estudantes terão acesso a laboratórios, aulas práticas e visitas técnicas para praticar o conhecimento adquirido em sala de aula. Poderão qualificar-se profissionalmente já no Ensino Médio e concluir ao mesmo tempo o ensino básico com um diploma de capacitação técnica.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, ressaltou a importância dos cursos para as diferentes regiões de Mato Grosso. “É o governo do Estado investindo nos alunos e alunas da rede com uma educação profissional gratuita e de qualidade. Junto com a Secretaria de Educação, a Seciteci está pensando no seu futuro e cumprindo o compromisso de capacitar a nossa força de trabalho”.

Os pais e responsáveis que tiverem dúvidas podem entrar em contato pelo telefone (65) 9980-5222.

Os cursos técnicos gratuitos são ofertados pela Seciteci em parceria com Seduc e já abrangem 17 municípios de Mato Grosso: Água Boa, Alta Floresta, Barra do Garças, Cáceres, Campo Verde, Cuiabá, Diamantino, Juara, Lucas do Rio Verde, Matupá, Poxoréu, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande.

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Os cursos abrangem diversas áreas, como técnico em agroindústria, recursos humanos, edificações, agronegócios, logística, entre outros.

*Sob supervisão de Téo Meneses

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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