MATO GROSSO

Secretaria de Educação reúne gestores de escolas militares e cívico-militares para padronizar protocolos e fortalecer gestão

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) realiza, nesta quarta-feira (26.11), uma formação técnica destinada a diretores e coordenadores disciplinares das escolas estaduais militares e cívico-militares.

O encontro, realizado na Capital, reúne representantes das 104 unidades cívico-militares e das 29 escolas militares Tiradentes e Dom Pedro II, com o objetivo de revisar, alinhar e construir coletivamente os documentos essenciais que regulamentam o funcionamento desse modelo educacional em expansão no Estado.

A programação contempla mesas de trabalho e atividades voltadas à elaboração e revisão de protocolos internos, tais como: regulamentação de leis e decretos, regimentos das unidades, Projeto Político-Pedagógico (PPP), regulamentos disciplinares, manuais e orientações operacionais.

A iniciativa dá continuidade ao movimento de consolidação do modelo militar e cívico-militar em Mato Grosso, que hoje alcança todas as regiões do estado. De acordo com a Seduc, a formação busca garantir padronização, clareza normativa e fortalecimento da gestão compartilhada entre profissionais da educação e militares da reserva.

Desde a instituição da Lei nº 12.388/2024, a rede estadual ampliou para 104 o número de escolas cívico-militares, além da consolidação do Sistema Educacional Militar Tiradentes e Dom Pedro II. Em 2025, todas as unidades passaram a seguir diretrizes unificadas, com professores da rede responsáveis pelo ensino e militares atuando na organização, disciplina e gestão administrativa.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, explica que a ampliação do modelo ocorre sempre mediante consulta à comunidade.

“A decisão por uma escola cívico-militar parte da própria unidade. São pais, estudantes e profissionais que avaliam a necessidade e manifestam interesse. Nosso papel é garantir que, uma vez implantado, o modelo tenha protocolos claros, ambiente organizado e foco no aprendizado”, afirmou.

Durante a formação, os gestores participam de oficinas voltadas à elaboração de documentos normativos que balizam a atuação das equipes. Entre eles, destacam-se o Regimento das Escolas Estaduais Militares e Cívico-Militares; Manual de Normas e Procedimentos; Regulamento Disciplinares; Adequações do PPP às especificidades da gestão; Fluxos internos de comunicação e organização.

Segundo Alan Porto, essa fase é decisiva para que todas as unidades atuem dentro dos mesmos padrões. “A construção coletiva desses documentos fortalece a governança das escolas e garante segurança jurídica, eficiência administrativa e, sobretudo, melhores condições de aprendizado para os estudantes”, avaliou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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